sábado, 29 de fevereiro de 2020
CASSIA ALATA L. - VELA BUSH.
CASSIA ALATA L. - VELA BUSH.
SinônimoHerata alata.Nome comumFleur palmiste, fleur dartre, castiçal senna, wild senna, micose cassia, guajava, ketepeng badak, flor del Secreto, Tarantana, vela arbusto, akapulko, man-slabriki, akapulco, gelenggang.
FamíliaCaesalpinaceae (família Caesalpinia).
Visão geral
Erva tropical ereta e anual com folhas compostas de couro. Cresce até 6 'de altura. Este arbusto perene tem espigas amarelas de cera eretas que lembram velas gordas antes que as flores individuais se abram.
As folhas grandes são bilaterais - simétricas opostas e dobram-se juntas à noite.
A fruta é uma vagem, enquanto as sementes são pequenas e quadradas.
O senna selvagem é nativo do Suriname e é encontrado em vegetação secundária ou ao longo das margens dos rios em locais úmidos e até úmidos.
É também uma planta hospedeira de muitas espécies de lagartas de enxofre, incluindo o enxofre barrado de laranja.
Senna é um produtor rápido e floresce no primeiro ano.
As folhas têm propriedades laxantes e podem ser eficazes como tais.
Ele também possui atividade antimicrobiana e antifúngica e pode ser usado contra infecções por dermatófitos, como tidea pedis ( pé de atleta).
Também é usado para micoses superficiais e no tratamento da pitiríase versicolor (uma infecção fúngica crônica).
As flores também têm propriedades antifúngicas.
FormuláriosEsta planta tem usos internos e externos.
Externo: tratamento de doenças de pele (Anti-acne), infecções por tinea, picadas de insetos, micose, eczema, sarna e coceira.
Interno: expectorante para bronquite, alívio dos sintomas de asma, um laxante para expelir parasitas intestinais e outros problemas estomacais, perda de peso.
Medicina tradicional do SurinameAs folhas desta planta são usadas no tratamento da micose, as sementes como anti-helmínticas, enquanto as raízes podem ser usadas contra distúrbios do útero. As folhas esmagadas são usadas para infecções de pele.
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Resistência
USDA zona 8 - 11.Propagação
Sementes e estacas.Cultura
Sol / sombra clara, tolerante à seca, solo úmido e bem drenado, mergulhe as sementes vinte e quatro horas (24) antes da semeadura.
O Senna também pode ser mantido como uma planta de contêiner; é um produtor rápido e floresce no primeiro ano.
Deve ser plantada após a última geada ou melhor; comece dentro de casa e transplante.
Chuva de ouro, gouden regen, laburno indiano, amaltas, chuva dourada, fístula de canna, cássia purgante, árvore de cachimbo
Chuva de ouro, gouden regen, laburno indiano, amaltas, chuva dourada, fístula de canna, cássia purgante, árvore de cachimbo
FÍSTULA L. DE CASSIA - CHUVEIRO DE OURO. Sinônimo Cassia exelsa, cassia rhombifolia. Nome comum Chuva de ouro, gouden regen, laburno indiano, amaltas, chuva dourada, fístula de canna, cássia purgante, árvore de cachimbo. Família Fabaceae (família Pea). Resumo O Golden Shower é uma árvore ornamental tropical com um tronco composto de madeira avermelhada dura, com até 15 metros de altura. A madeira é dura e pesada; é usado em armários, trabalhos de embutimento, etc. Possui racemos vistosos, de até 5 cm de comprimento, com flores brilhantes, amarelas e perfumadas.Essas flores são atraentes para abelhas e borboletas . Os frutos são vagens cilíndricas marrom-escuras, também com 2 'de comprimento, que também retêm as sementes achatadas e marrons (até 100 em uma vagem). Essas sementes estão nas células, cada uma contendo uma única semente. Aplicações medicinaisA polpa doce e escura do vagem é usada como um laxante suave. ResistênciaUSDA zona 9 - 11.Sementes de propagação.CulturaSol pleno, solo úmido bem drenado; tem alguma tolerância à seca. Perfurar o revestimento das sementes é eficaz para quebrar a dormência antes de tentar germinar as sementes. Planta em áreas livres de geada. |
CLERODENDRUM SPECIOSISSIMUM - FLOR DE PAGODA
CLERODENDRUM SPECIOSISSIMUM - FLOR DE PAGODA
Blaka uma, sábio preto, sábio selvagem, orégano-cimarrón, erva baleeira, mahot noir
Blaka uma, sábio preto, sábio selvagem, orégano-cimarrón, erva baleeira, mahot noir
CORDIA CURASSAVICA - SÁBIO PRETO. Nome comum Blaka uma, sábio preto, sábio selvagem, orégano-cimarrón, erva baleeira, mahot noir. Família Boraginaceae (família Borage). Visão geral Blaka uma é um arbusto tropical denso e cheiroso , com até 8 pés de altura, com folhas ovadas pontiagudas e pequenas flores brancas em cachos no final de muitos galhos. Tem frutos pequenos e vermelhos, com um diâmetro não superior a 5 mm e contém uma única semente. Aplicações medicinais tradicionais As folhas são mergulhadas no tratamento de resfriados e tosse; uma infusão das folhas é usada para tratar infecções, reumatismo e artrite. Devido ao anti-inflamatório, também é usado contra doenças de pele, malária, gripe e febre. Fitoquímicos no sábio preto incluem: artemin, cordialina A e B, cordiaquinonas J e K e naftoquinonas. Visite nossa página TINCTURE . ResistênciaUSDA zona 9B - 11.Sementes de Propagação. Devido à natureza recalcitrante das sementes, elas têm uma vida útil curta, não podem ser bem secas e não podem suportar baixas temperaturas.CulturaSol pleno; solo bem drenado. Planta em locais livres de geada. |
Flamboyant, poinciana real, árvore de chama, flor de pavão, flamboyan.
Flamboyant, poinciana real, árvore de chama, flor de pavão, flamboyan.
REGIÃO DE DELONIX - POINCIANA REAL. Sinônimo Caesalpinia regia. Nome comumFlamboyant, poinciana real, árvore de chama, flor de pavão, flamboyan. FamíliaLeguminosae (família Bean). ResumoUma árvore tropical decídua com folhas semelhantes a samambaias, considerada uma das árvores mais bonitas do mundo! Embora seja um produtor rápido, pode levar até 10 anos para amadurecer. Poinciana extravagante ou real, como é chamada, floresce em densos cachos e desabrocha em flores alaranjadas escarlates. Durante a estação seca no Suriname, perde todas as suas folhas. A floração começa no início da estação das chuvas; antes que as folhas comecem a brotar. No entanto, em climas em que o inverno não é muito mais seco que o verão, é uma árvore semi-verde. Originalmente de Madagascar, cresce abundantemente no Suriname. A árvore de flamboyant costuma ter mais de 15 metros de altura, com galhos largos que se espalham de um topo abobadado, chegando às vezes até ao chão. Possui vagens marrons de 2 pés de comprimento, parecidas com tiras de rezone. Existem duas variedades conhecidas: involucrata (Paradise poinciana) e regia. Tem uma raiz muito grossa que é capaz de levantar o pavimento! Resistência USDA zona 9 - 11.Sementes de propagação .Cultura Sol / sombra clara; cresce em uma ampla variedade de diferentes solos. A geada pode ser um perigo para a planta, mas ela cresce em áreas quase sem gelo. Flamboyant é resistente a 35 ° F., embora haja relatos de que ele possa sobreviver a temperaturas abaixo de 25 ° F. Royal poinciana também pode ser cultivada em um recipiente muito grande e provavelmente também pode ser usada para bonsai. |
Saka siri, tiro indiano, canna, bandera, chancle, coyol, platanillo, lírio de canna
Saka siri, tiro indiano, canna, bandera, chancle, coyol, platanillo, lírio de canna
terça-feira, 25 de fevereiro de 2020
YLANG YLANG
YLANG YLANG
CALLIANDRA SURINAMENSIS - SOPRO DE PÓ DE SURINAME
CALLIANDRA SURINAMENSIS - SOPRO DE PÓ DE SURINAME
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jacinto-de-água, aguapé
jacinto-de-água, aguapé
Eichhornia crassipes jacinto-de-água, aguapé | |||||||||||||||||||||
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Estado de conservação | |||||||||||||||||||||
Pouco preocupante (IUCN 3.1) | |||||||||||||||||||||
Classificação científica | |||||||||||||||||||||
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Nome binomial | |||||||||||||||||||||
Eichhornia crassipes (Mart.) Solms, 1883 | |||||||||||||||||||||
Sinónimos | |||||||||||||||||||||
Ver texto. |
Eichhornia crassipes Mart. (Solms), 1883 é uma espécie de planta aquática da família Pontederiaceae,[1] conhecida pelos nomes comuns de jacinto-de-água e aguapé. A espécie é originária das massas de água doce das regiões tropicais quentes da América do Sul, com distribuição natural nas bacias do Amazonas e do Rio da Prata. É utilizada em fitorremediação e como planta medicinal, fertilizante de solos e planta ornamental, embora seja considerada uma perigosa espécie invasora nas regiões tropicais e subtropicais.
Descrição[editar | editar código-fonte]
E. crassipes é uma planta aquática (hidrófito) flutuante, perene, com caules vegetativos muito curtos, folhas largas, obovadas, com lâminas espessas e lustrosas de (2)-10 a 16-(20) cm de comprimento, dispostas em roseta. Os pecíolos são ascendentes, alongados, inchados (bulbosos) na base, dotados de tecido aerenquimatoso esponjoso. A espécie apresenta dimorfismo foliar nas folhas que crescem agrupadas, com as folhas puramente ascendentes a apresentarem pecíolos mais alongados e menos inchados.
As plantas flutuam acima da superfície da água, mantidas erectas pela massa de aerênquima presente na base dos pecíolos, podendo elevar-se acima da água até 50–100 cm. As raízes são plumosas, negro-purpurescentes, mantendo-se livremente pendentes abaixo da superfície da água.
As flores crescem ocorrem em inflorescências erectas, do tipo espiga, com 8-15 flores vistosas, com coloração rosada a lilás ou azul-celeste e uma conspícua mancha amarela no lóbulo superior do perianto. O cálice apresenta 6 pétalas desiguais. Quando não está em flor a espécie apresenta semelhanças morfológicas com Limnobium spongia.
O fruto é uma cápsula de 1,5 cm de comprimento, com numerosas pequenas sementes. Cada planta pode produzir milhares de sementes em cada ano e as sementes mantêm-se viáveis por mais de 28 anos.[3]
E. crassipes é considerada uma das plantas de crescimento mais rápido que se conhece, na maioria dos casos reproduzindo-se vegetativamente por meio de estolhos que se soltam da planta mãe. No Sueste Asiático foram assinalados casos em que a população alastrava 2 a 5 m por dia.[4] Conhecem-se observações que indicam que, em situações óptimas, o número de plantas duplica em cada duas semanas.
Na sua região de origem a espécie é polinizada por diversas espécies de abelhas de probóscide longo (especialmente Anthophoridae), podendo-se reproduzir sexuadamente e clonalmente (por reprodução vegetativa). A capacidade invasiva da espécie deriva em boa parte da sua capacidade de se auto-clonar, produzindo grandes massas flutuantes de plantas todas com a mesma constituição genética.
Conhecem-se três morfos de E. crassipes, longo, médio e curto. Contudo, o morfo curto está restrito à região de distribuição natural devido ao peso do efeito fundador durante a distribuição da espécie, em geral feita a partir de pequeno número de exemplares transportados por acção humana para os novos habitats.
Habitat, origem e distribuição geográfica[editar | editar código-fonte]
E. crassipes é a única espécie do género Eichhornia estritamente flutuante, embora por curtos períodos possa ancorar-se e enraizar em solos saturados de água. Ocorre em corpos de água doce, preferindo habitats de águas lênticas, especialmente em rios de águas lentas, lagos, charcos e albufeiras dos trópicos e subtrópicos e das regiões temperadas quentes localizados a latitudes entre os 40° N e os 45° S.
A espécie tolera temperaturas do ar e da água que vão dos 10 °C aos 35 °C, mas não cresce abaixo 12 °C ou acima dos 33-35 °C. A temperatura óptima de crescimento é 25-30 °C. As folhas não resistem à geada e são negativamente afectadas por temperaturas abaixo dos 10 °C. A espécie não tolera temperaturas da água acima dos 35 °C.
A espécie não tolera salinidade superior a 15 ‰ e estima-se que o intervalo de tolerância do pH seja de 5,0 a 7,5. A pouca tolerância à salinidade é utilizada para combater a proliferação da planta, sendo comum em estuários e no curso inferior dos rios rebocar as jangadas de plantas até áreas de água mais salina. Em água salobra as folhas adquirem epinastia e clorose e acabam por morrer.[5]
Cresce bem em corpos de água eutrofizados que contenham níveis altos de azoto, fósforo e potássio. Águas contaminadas com metais pesados como cobre e chumbo não limitam o seu crescimento.
A espécie tem origem na bacia do Amazonas e distribuição natural nas zonas planas da América do Sul, desde a Venezuela e Colômbia até à bacia do Rio da Prata. Encontra-se naturalizada em vastas áreas das regiões tropicais e subtropicais de todos os continentes.
Apesar de ser uma planta ornamental muito apreciada, sendo cultivada em tanques e fontes de jardim e utilizada como elemento de paisagismo em lagos e albufeiras, E. crassipes está incluída na lista das 100 espécies exóticas invasoras mais perigosas do mundo[6] publicada pela União Internacional para a Conservação da Natureza.
Em consequência do carácter invasor de E. crassipes fora da sua região de distribuição natural, vários agentes de controlo biológico têm sido testados para controlar o tamanho das suas populações, incluindo dois gorgulhos (Coleoptera: Curculionidae), as espécies Neochetina bruchi Hustache e Neochetina eichhorniae Warner, e a traça Niphograpta albiguttalis (Warren) (Lepidoptera: Pyralidae).[7]
A espécie Neochetina eichhorniae causa uma substancial redução da produção de jacinto-de-água na Louisiana e reduz a altura das plantas, peso e comprimento das raízes, fazendo com que as plantas reduzam a sua reprodução vegetativa. N. eichhorniae foi introduzida na Florida em 1972 a partir da Argentina.[8]
Azotobacter chroococcum, uma bactéria fixadora de azoto, encontra-se frequentemente em torno da base dos pecíolos de E. crassipes, mas a bactéria não fixa azoto excepto quando a planta sofra de extrema deficiência em azoto.[2]
Em fresco, os tecidos destas plantas contém numerosos cristais aguçados,[5] As folhas contêm HCN, alcaloides e triterpenoides, podendo induzir comichão em contacto com a pele e as mucosas de humanos.[9] Plantas pulverizadas com 2,4-D (ácido diclorofenoxiacético) podem acumular doses perigosas de nitratos[10] e de outras substâncias nocivas em ambientes poluídos.
Importância ambiental e económica[editar | editar código-fonte]
Uso em fitorremediação[editar | editar código-fonte]
Em consequência da sua capacidade de crescer rapidamente e de se reproduzir por reprodução vegetativa através da divisão das plantas adultas, a espécie é considerada uma praga vegetal. Apesar disso pode ser utilizada em operações de fitorremediação, sendo mesmo uma das espécies mais estudadas para esse fim devido às suas características depuradoras e facilidade de proliferação. Como a espécie obtém da água todos os nutrientes que requer para o seu metabolismo, sendo o azoto e o fósforo, em conjunto com os iões de potássio, cálcio, magnésio, ferro, amónio, nitrito, sulfato, cloro, fosfato e carbonato, os mais importantes.
Apresenta um sistema de raízes, que pode ter microorganismos associados, que favorece a acção depuradora da planta. Em geral, estas plantas são capazes de reter nos seus tecidos uma grande variedade de metais pesados, entre os quais cádmio, mercúrio e arsénio. O mecanismo de retenção destes iões assenta na formação de complexos entre o metal pesado e os aminoácidos presentes nas células.
Casos de naturalização[editar | editar código-fonte]
- México
A espécie E. crassipes foi introduzida no México na década de 1880, durante a governação de Porfirio Díaz e por iniciativa do Ministro do Fomento Carlos Pacheco. Ao tempo foi considerada um complemento do projecto piscícola de Esteban Chazarí com o propósito de propiciar um substrato para desova das carpas, mas escapou de cultura a partir da estação experimental do Lerma,[11] estando alguns anos depois naturalizada no lago de Chapala, de onde irradiou para múltiplas massas de água.
- Grandes lagos africanos
Em 1989 foi detectada a presença de Eichhornia crassipes no lago Victoria afectando a Tanzânia, Quénia e principalmente o Uganda, onde as margens do lago foram ocupadas em quase 80 %.
- Península Ibérica
Devido ao seu potencial colonizador constituir uma ameaça grave para as espécies autóctones, os habitats e os ecossistemas, Eichhornia crassipes foi incluída no Catálogo Español de Especies Exóticas Invasoras, aprovado pelo Real Decreto 630/2013, de 2 de agosto, estando totalmente proibida em Espanha a introdução da espécie no meio natural, a posse, transporte, tráfico e comércio.
Taxonomia e nomenclatura[editar | editar código-fonte]
Eichhornia crassipes foi descrita por Carl Friedrich Philipp von Martius, explorador da Amazónia, e publicada em Monographiae Phanerogamarum 4: 527. 1883.[12] A espécie foi inicialmente colocada no género Pontederia, tendo sido transferida para o género Eichhornia por Hermann Solms em 1883.
O binome apresenta a seguinte etimologia: (1) o nome genérico Eichhornia é uma homenagem a Johann Albrecht Friedrich Eichhorn (1779-1856), ministro prussiano, assessor judicial e político;[13] e (2) o epíteto específico crassipes deriva do vocábulo latino que significa "com pé grosso".[14]
A espécie apresenta diversidade morfológica e foi objecto de múltiplas descrições, tendo a seguinte sinonímia:
- Eichhornia cordifolia Gand.
- Eichhornia crassicaulis Schltdl.
- Eichhornia crassicaulis Schlecht.
- Eichhornia speciosa Kunth
- Heteranthera formosa Miq.
- Piaropus crassipes (Mart.) Raf.
- Piaropus mesomelas Raf.
- Pontederia crassicaulis Schltdl.
- Pontederia crassicaulis Schlecht.
- Pontederia crassipes Mart.
- Pontederia crassipes Roem. & Schult. (basónimo da espécie)
- Pontederia elongata Balf.[15]
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