gueiroba, gueroba, gariroba, gairoba, palmito-amargoso, catolé, coco-babão, pati-amargoso, coco-amargoso, coqueiro-amargoso
Outros nomes populares: gueiroba, gueroba, gariroba, gairoba, palmito-amargoso, catolé, coco-babão, pati-amargoso, coco-amargoso, coqueiro-amargoso
O termo "guariroba" origina-se do termo
tupi gwarai-rob, que significa "o indivíduo amargo"
[1]. "Catolé" origina-se do termo tupi
katu'lé[2]. "Pati" origina-se do tupi
pa ti[3].
Floresta estacional semidecidual e
cerradões do
Brasil (
Ceará,
Paraíba,
Pernambuco,
Bahia,
Alagoas,
Tocantins,
Goiás,
Mato Grosso,
Mato Grosso do Sul,
Minas Gerais,
Espírito Santo,
Rio de Janeiro,
São Paulo e
Paraná),
Paraguai e
Bolívia[4].
Também é encontrada no bioma da caatinga
Palmeira de
estipe solitário ereto, colunar, acinzentado, podendo atingir até vinte
metros de altura,
copa crispada e deflexa.
Entre seus produtos, destaca-se o
palmito ou broto terminal. Considerado por muitos como
verdura de sabor amargo - o que de fato é quando comparado aos palmitos doces das espécies da
Mata Atlântica -, o palmito da guariroba é uma iguaria de largo aproveitamento culinário em alguns estados, inclusive algumas regiões de Goiás e Minas Gerais.
Nas boas receitas de
empadão goiano, por exemplo, acompanhamento perfeito para o colorido
arroz com pequi, é fundamental a inclusão de bons nacos do palmito amargo da guariroba. Alimento substancial e de
tempero bem forte, o recheio desse empadão, juntamente com a guariroba, deve conter pedaços de
frango, de preferência coxas,
linguiças,
batatas e
ovos cozidos inteiros ou apenas partidos ao meio e
tomates maduros. Também pode ser usado como salada: com tomates-cereja e bastante tempero.
Da semente, se extrai óleo comestível.
A planta é também bastante usada em
paisagismo em praças e principalmente em canteiros centrais de ruas e avenidas de cidades do interior de Goiás, como exemplo na cidade de Jataí que ao longo dos anos vem sendo plantando milhares de mudas pela cidade.
A partir de sementes, que germinam em dois ou três meses.