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domingo, 25 de março de 2018

Rosa do Deserto

Quem não gosta de rosa do deserto? Cheia de encantos, ela é um verdadeiro vício para muitos jardineiros. O que é fácil de entender: além da floração singular, em tons que variam do branco ao rosa e ao carmim metálico, a rosa do deserto é uma plantinha maravilhosa. Saiba algumas curiosidades. 

Origem: apesar do nome, a rosa do deserto é totalmente diferente da rosa popular nos jardins brasileiros. Pertencente à família das suculentas, a espécie veio da região Sul da Arábia e da África Oriental, regiões extremamente secas e quentes. Faz parte da família Apocynaceae e cientificamente é conhecida como Adenium Obesum. 

A estética: você deve ter notado que a planta possui partes inchadas que lembram a pata de elefante, são as raízes que, curiosamente projetam-se para fora do solo. Devido ao amor pela planta surgiram tendências e uma série de técnicas visando a produção de combinações de cores, flores com design diferenciado e sobretudo raízes nos formatos mais exóticos.

Cuidados: de maneira geral, não precisa de regas frequentes, mas deve ser observado a região e temperatura. Durante a fase de germinação e crescimento, a rega deve ocorrer quando necessário, o ideal é manter a terra sempre levemente úmida. Na fase adulta, ela exige menos água. Em semanas sem chuva, regue pelo menos duas vezes por semana. Após os dois anos, uma vez por semana é suficiente.

Ambiente: o ideal é manter a rosa do deserto em local ensolarado o dia todo, como o próprio nome sugere. Uma dica para manter a terra mais quente é colocar algumas pedras brancas sobre o vaso, isso ajuda a manter o calor na raiz da planta. Se ligue na dica: vasos baixos e bacias de até 25 cm são os recipientes ideais para cultivar essa espécie. 

sábado, 26 de novembro de 2016

rosa do deserto




Por: Rose Aielo Blanco*


Ficha da Planta

Nome Científico: Adenium obesum
Outros Nomes: Adenium coetaneum
Nomes Populares: Adenium, Rosa do deserto, Desert Rose, Lírio Impala
Família: Apocinaceae
Origem: Sul da África e Península Arábica
Ciclo de Vida: Perene

Ela nasceu nos desertos africanos, ao longo do tempo precisou se adaptar ao clima adverso da região. Para poder suportar os longos períodos de estiagem, começou a fazer reservas de água e nutrientes no interior de seus caules. O resultado disso são suas formas exóticas e impressionantes, verdadeiras esculturas naturais decoradas com uma bela e exuberante floração! Seu nome não poderia ser mais sugestivo: rosa do deserto.

Conhecida também por adenium, lírio impala e desert rose, a rosa do deserto (Adenium obessum) é uma planta herbácea que pode ser cultivada em vasos, atingindo porte médio de 60 cm a 1 metro mas, se cultivada para crescer livremente direto no solo, pode alcançar até 3 metros de altura. Sua principal característica são os caules engrossados na base, a valiosa reserva de água e nutrientes.

Suas folhas são dispostas em espiral e reunidas nas pontas dos ramos. A bela e abundante floração apresenta-se em várias cores, que vão do creme ao vinho escuro, e surge na primavera, podendo estender-se durante todo o verão e até o outono, dependendo da região. O formato das flores é tubular, com cinco pétalas, que nos remete às flores da alamanda – que pertence à mesma Família.

Dicas de Cultivo:
A rosa do deserto necessita de sol direto, pelo menos na metade do dia. Pode ser cultivada à meia-sombra, porém, o resultado não é tão satisfatório. 
Recomenda-se o cultivo em solo arenoso e bem drenado. A mistura de terra vegetal e areia em partes iguais é o substrato ideal.

Ela requer poucas regas, o ideal é regar apenas quando notar que o solo apresenta-se seco com a pressão dos dedos. A rosa do deserto não requer muita adubação, mas para estimular a floração, pode-se utilizar adubação orgânica.

Em regiões frias também é possível cultivar este espécie, lembrando, no entanto, que caso a temperatura fique abaixo de 10 graus C, as folhas cairão e a planta entrará em dormência aguardando a temperatura elevar-se.

Esculturas naturais:
A dica para obter as formas esculturais na base do caule é a seguinte: a cada replantio, que deve ser realizado a cada 2 ou 3 anos, deve-se levantar um pouco a planta, de forma a deixar a parte superior das raízes exposta. Não se preocupe, o procedimento não irá prejudicar a planta, pois ela irá enraizar normalmente.

Já para obter a floração intensa e exuberante, o segredo é manter a planta nutrida com uma adubação orgânica de boa qualidade.
Por seu formato exótico e peculiar, a rosa-do-deserto, assim como as orquídeas e os bonsais, atrai muitos admiradores. Em várias partes do mundo podemos encontrarcolecionadores e clubes de cultivadores que se dedicam a reproduzir esta espécie, aplicando todo o seu conhecimento na produção de plantas com caules extremamente esculturais, além muito decorativas em função da combinação entre formatos e florações impressionantes. Por esta razão, existem exemplares capazes de alcançar valores elevados no mercado, assim como ocorre com outras plantas como os bonsais.

Cuidados Especiais
Nunca regar a rosa do deserto a ponto de encharcá-la. Esse procedimento prejudica a planta em vários sentidos, além de favorecer a proliferação de fungos.

Se em sua região ocorrem invernos rigorosos, procure mudar o vaso da planta para locais protegidos durante a noite e, durante o dia, coloque-a onde possa receber bastante luz solar. Nestas regiões, não é aconselhável cultivá-la em áreas externas, especialmente onde ocorram geadas com frequência.

terça-feira, 14 de julho de 2015

ROSA DO DESERTO

Vejam que planta linda chegou aqui na Jardinaria esses dias! Eu fiquei encantada quando a vi, pois não a conhecia, e aí fui pesquisar sobre ela para poder mostrar aqui para vocês, pois acho que pode ser um ótimo presente para o dia dos namorados.
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Adenium obesum
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Nome Científico: Adenium obesumNome Popular: Rosa-do-deserto , Adenium
Família: Apocinaceae 
Origem: Sul da África e Península Arábica
Ciclo de Vida: perene
Floração: praticamente o ano inteiro
Luminosidade: pleno sol ou meia-sombra
Propagação: estacas caulinares e sementes
A Adenium Obesum pertence à família Apocinacea e é uma suculenta de aspecto escultural e floração exuberante. Conhecida popularmente como rosa-do-deserto, tem o caule engrossado na base (uma adaptação para armazenar água e nutrientes) que pode atingir um metro de diâmetro, e suas flores, em forma de trompete, possuem cores bem variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho, podendo ainda apresentar mesclas e degradeés do centro em direção as pontas das pétalas. O florescimento acontece praticamente o ano inteiro, mas principalmente na primavera.
A rosa-do-deserto pode ser cultivada à meia-sombra, porém, florações abundantes só serão obtidas sob sol pleno (que é mais recomendado para essa espécie), e deve ser plantada em solo arenoso, com ótima drenagem, irrigado em intervalos esparsos e regulares. Mas não é bom deixá-la muito tempo sem regas e é preciso também prestar atenção para que o solo não fique encharcado, pois, apesar de ser uma planta bastante resistente, por ser originária de locais áridos, não tolera umidade excessiva e pode apodrecer facilmente. Ela também não tolera o frio abaixo de 10° C.
Dica importante: podas de formação devem ser criteriosas para não formar deformidades não naturais e cicatrizes feias na planta, mas se mesmo assim for podá-la, use luvas, pois sua seiva é altamente tóxica.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Rosa do deserto

Adenium Obesum

Do que uma planta precisa para sobreviver e se desenvolver no deserto?
Um caule bem desenvolvido na sua base para suportar ventos e, principalmente, armazenar muita água e nutrientes em locais muito áridos. A flor do deserto chamou a atenção do naturalista Isaac Bayley Balfoocer, no ano de 1886. Sua forma é tão exótica que não parece deste planeta.

De floração exuberante, a flor do deserto (Adenium obesum/Adenium arabicum), nativa do Sul da África e da Penísula Arábica, está ganhando o mundo e conquistando os amantes de plantas exóticas e bonsaístas.
A rosa do deserto é uma suculenta da família Apocynaceae que pode alcançar até 4 metros de altura, com um diâmetro de um metro e meio de largura. Quando em crescimento livre no solo e cultivada em clima adequado, tem um ótimo desenvolvimento em todos países de clima tropical.

Embora não seja uma planta com as características básicas para a criação de um bonsai, sua base (nebari), quando bem larga, lembra a estrutura de um baobá gigante. Os países em que elas são mais cultivadas hoje são: Tailandia, Vietnam, Taiwan e Indonesia.



Estrutura

Sua estrutura apresenta folhas dispostas em espiral e agrupadas nas pontas dos ramos. Elas são inteiras, coriáceas, simples, de forma elíptica e espatulada, verdes e com nervura central de cor creme. Raríssimas variedades apresentam variações, com folhas creme, salpicadas de verde. O florescimento ocorre basicamente na primavera, mas em algumas espécies as flores se formam também no verão e no outono. As flores são tubulares com cinco pétalas e lembram outras da mesma família como a alamanda, jasmim manga e espirradeira.

As cores são variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando pelos diferentes tons de lilás e vermelho.

Modelagem

Há colecionadores e produtores que utilizam de algumas técnicas básicas de cultivo do bonsai como aramação, tencionamento dos galhos e enxertia para extruturar a sua forma.
A técnica de enxertia permite a produção de flores de cores diferentes em mesmas plantas e um aumento nas suas ramificações.


O replantio com troca de substrato deve ocorrer de 8 meses até 2 anos, dependendo do desenvolvimento e enraizamento da planta. A cada troca de substrato pode-se deixar mais larga e aparente a sua base de raízes, permitindo que, a cada ciclo, a planta tenha sua estrutura de base (nebari) mais exposta, valorizando a sua forma e dando o aspecto de um baobá bem velho.

Sua seiva é tóxica e devemos trabalhar sempre com luvas para não queimar as mãos ou ocasionar uma reação alérgica.
Hoje, rosas do deserto de espécies raras e com uma modelagem aprimorada, são muito valorizadas e alcançam altos preços no mercado mundial. A cada dia mais colecionadores e associações surgem em todo mundo. Mesmo em países de clima mais frio são cultivadas em estufas, para suportar o inverno, mas se tornam semi-deciduas. As rosas do deserto morrem em temperaturas inferiores aos 14˚ graus.

As podas na rosa do deserto devem ser cuidadosas e bem estudadas. Como é uma suculenta os cortes devem ser muito limpos para não criar deformidades e calosidades. Deve-se usar cicatrizante de boa qualidade para se obter um resultado bem natural, não observando na planta a intervenção do artista.

Adubação e solo

Como é uma planta de deserto, deve ser cultivada em sol pleno. Se for plantada em meia sombra deve receber um mínimo de 4 horas de sol indireto por dia ou não irá produzir flores. Deve-se ter o cuidado de não encharcar o solo e apenas regar a flor do deserto quando o substrato estiver bem seco.

O solo deve ser altamente drenoso, arenoso, rico em nitrogênio e fósforo. Devemos enriquecê-lo com matéria orgânica para ajudar no desenvolvimento do tronco e proporcionar uma bela floração.
Sua propagação se dá por sementes, já que necessita de polinização manual para sua reprodução, ou então deve-se adotar o método de mudas por estaquia.

O Adenium é uma escultura viva. Observar as formas exóticas que ele adquire no seu habitat é impressionante. A ilha de Sócotra é famosa por obter no seu ecossistema diversas espécies de sulculentas gigantes. Aqui no blog você pode ler uma matéria e olhar uma galeria de fotos sobre a ilha de Sócotra. Depois de concluir a matéria sobre a rosa do deserto, entre aqui no link e conheça o exótico mundo de Sócotra.
Abaixo fotos da ilha de Sócotra.

Nome Científico: Adenium obesum / Adenium arabicum
Sinonímia: Adenium coetaneum
Nome Popular: Rosa-do-deserto , Lírio-impala, Adenium
Família: Apocinaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Sul da África e Península Arábica
Ciclo de Vida: Perene

Entre na galeria ou veja o slideshow das Rosas do deserto modeladas e no seu ambiente natural:
























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