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quinta-feira, 22 de março de 2018

corticeira


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  • Nome Comum:eritrina-candelabro; corticeira; mulungu-do- litoral.
  • Nome Científico:Erythrina speciosa 'Alba'.
  • Grupo:Árvores
Autor: Raul Cânovas
- Quando o resto é silêncio consigo ouvi-la.
- Estava dizendo algumas coisas para mim mesma.
- As vezes faço isso.
- Sabe? Falar não é apenas pronunciar palavras
- Pois é, gostaria poder soltar essas palavras, pelos poros, do mesmo modo que você, mulungu, conversa
- Também tenho sonhos. Queria reinventarme como arvore invisível, uma árvore com capacidade de dançar junto a um corpo de baile, formado por uma centena de beija-flores.
- Dançar?
- Sim, dançar. Fazer piruetas e arabesques ouvindo um “ pás de valse”.
- Não está satisfeita depois de criar essa cor branca, para sua florada? Ao final das contas erythros, em grego, significa vermelho, e você mudou isso.
- Os pintores contentam-se com coloridos! Sou uma árvore, cujas entranhas fixadas neste solo fizeram de mim um ser imóvel. Contudo, nunca conseguiram aquietar meus sonhos.
- Mesmo os mais loucos, como esse de dançar?
- As melhores alavancas são construídas com devaneios e , quando apoiadas na utopia, lançam sonhos fecundos que incessantemente frutificam.
Sinônimos estrangeiros: candelabrum tree (em inglês); arbol coral (em espanhol); arbre corail (em francês). 
Família: Leguminosae ??? Papilionoideae. 
Características: árvore. 
Porte: 3 a 8 m. 
Fenologia: final do inverno. 
Cor da flor: branca. 
Cor da folhagem: verde escuro. 
Caule: com casca rugosa. 
Origem: Brasil: região sudeste até Santa Catarina, na Mata Atlântica, especialmente litorânea. 
Clima: tropical / subtropical. 
Luminosidade: sol pleno. 
Solo: úmido ou, até, brejoso. 

segunda-feira, 18 de maio de 2015

corticeira


corticeira, corticeira-do-banhado, crista-de-galo, mulungu, murungu, suinã, sananduba, sananduva, eritrina-crista-de-galo, samauveiro, seibo, flor-de-coral 
 Erythrina crista-galli
Raras as vezes em que vejo uma árvore se entrosar de uma forma tão intensa no lugar em que vive. Esta espécie é nativa no sul do país e também no Paraguai, Uruguai e Argentina. Recentemente nos dois últimos foi declarada “flor nacional” e cresce nos brejos e nas margens dos cursos de água, ajudando na fixação e elevação dos solos das centenas de ilhas que formam o delta do Rio Paraná, com seus 350 rios e 17.500km2. 
Os ilhéus usam sua madeira leve para construir canoas e colmeias e também gamelas, tamancos, boias de rede e, até, a estrutura das selas de suas montarias. Os ramos, contorcidos, servem de apoio a orquídeas e bromélias que se misturam com as flores vermelho-sangue ou cor-de-rosa, estas últimas mais freqüentes no Brasil.
  • Sinônimos estrangeiros: cry baby, cockspur, cockspur coral tree, fireman’s cap tree, brazilian coral tree, cock’s comb, (em inglês); seibo (na Argentina e no Uruguai); árbol coral, flor de coral, pico de gallo, bucaré, gallito, sananduva (em espanhol); suinhand-yd (em guarani); coraleira (em Portugal); crête de coq (em francês).
  • Família: Fabaceae.
  • Características: árvore pioneira de tronco tortuoso.
  • Porte: 5 a 6 m de altura.
  • Fenologia: verão.
  • Cor da flor: vermelha.
  • Cor da folhagem: verde-escura (levemente acinzentada).
  • Origem: Bolívia, Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil (desde o Maranhão até o Rio Grande do Sul), em várzeas pantanosas ou alagadiças.
  • Clima: temperado/ subtropical (tolerante ao frio).
  • Luminosidade: sol pleno.

Chrysopogon zizanioides , comumente conhecido como vetiver e khus , é um capim pereneda família Poaceae

  Chrysopogon zizanioides  , comumente conhecido como  vetiver  e  khus , é um  capim  perene da  família  Poaceae Chrysopogon zizanio...