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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

GRAVIOLA


Graviola

Graviola Nome científico: Annona muricata
Nativa das Antilhas, em seu habitat natural é encontrada em estado silvestre. Na Amazônia, tornou-se planta espontânea.
Árvore de pequeno porte, não ultrapassa os 6m de altura e é encontrada em quase todas as florestas tropicais. As folhas são verde brilhantes e as flores amareladas são grandes e isoladas, nascendo no tronco e nos ramos. Os frutos têm forma ovalada e casca verde-pálida com pontuações como os araticuns ou atemóias, motivo pelo qual alguns de seus nomes populares são araticum de comer, araticum do grande e araticum manso. Como as jacas, são frutos muito grandes que podem pesar de 750g a 8kg, com produção ativa em várias épocas do ano.
Com polpa branca de sabor agridoce muito delicado, é ideal para consumo in natura, riquíssimo em potássio.
Há uma série de usos medicinais que têm difundido os poderes curativos da planta. Seus usos tradicionais são para tratar a asma, calafrios, febre, conduto, pressão alta, insônia, nervosismo, reumatismo e doenças de pele. Nos Andes do Peru, a folha é tradicionalmente usada como chá no tratamento de catarro excessivo. Em cremes, loções e bálsamos alivia coceira de pele seca e é bom para eczema e sintomas de psoríase. O óleo de graviola é antibactericida, adstringentes, hipotensor e sedativo. As sementes têm ação anti parasitária, as raízes e as folhas auxiliam no tratamento de diabetes. Atualmente têm-se realizado estudos que atrelam a graviola ao tratamento de câncer.
Clima quente e úmido é o que necessitam as gravioleiras!

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Benefícios Medicinais da Graviola

Annona muricata

Descrição : Da família das Anonáceas, Árvore de tronco reto e casca lisa, de folhas grandes, lanceoladas e de fruto grande e coberto de bicos tênues. Aromática de folhas ovais, verdes na parte superior, cor de ferrugem na inferior.
Parte utilizada: Folhas, sementes, frutos.
Habitat : É nativa das áreas tropicais das Américas, do Norte e do Sul, principalmente da Amazônia.
História : Toda a planta é usada na medicina natural dos trópicos, com diferentes propriedades e Usos dependendo do país- Brasil, Curaçao, Caribe, Jamaica, México, Pana· má, Peru, Trinidad, EE.UU, Malásia, indias ocidentais.
Plantio : Multiplicação: sementes (formação de mudas);
Cultivo: Originária das Antilhas, não exige solos e prefere clima quente em altitudes baixas. Planta-se na primavera, em espaçamento de 6m X 6m.
Colheita: Colhem-se as folhas, flores e brotos durante a floração. Frutos verdes, com 1 mês de formado e frutos maduros.
Propriedades : Adstringente, colagoga, digestiva e vermífuga, antidiarreicas e anti-inflamatórias.
Indicações : Em cataplasma são anti-inflamatórias. Suas flores são peitorais e febrífuga. É recomendada aos hipertensos, obesos, cardíacos e diabéticos.
Uso pediátrico : As mesmas indicações possíveis.
Uso na gestação e na amamentação : contraindicada na gestação. Em estudos com cobaias foi demonstrada atividade estimulante sobre o útero.
Princípios Ativos : Acetogeninas; alcaloides; Principais componentes: annocatalina, annohexocina, annomonicina, annomontacina, annomuricatina A e B, annomuricina A até E, annomutacina, annonacina, annocinona, annopen-tocina A, B e C, cis-annonacina, cis-corossolona, cohibina A até D, corepoxilona, coronina, corossolina, corossolona, donhexocina. epomuricenina A e B, gigantetrocina, gigantetrocina A e B, gigantetrocinona, gigantetronenina, goniotalamicina. isso-annonacina, javoricina, montanacina, montecristina, muracina A até G, muricapentocina, muricatalicina, muricatalina, muri-catenol, muricatetrocina A e B, muricatina D, muricatocina A, B e C, muricina H, muricina I, muricoreacina, murihexocina 3, murihexocina A, B e C, murihexol, murisolina, rubostocina, rolliniastatina 1 e 2, sabadelina, solamina, uvariamicina I e IV, xilomaticina.
Contraindicações: Na gravidez: Hipotensão arterial - tem efeitos vasodilatadores, hipotensivos e cardiodepressores.
Posologia: Adultos: 6 a 12ml de tintura divididos em 3 doses diárias, diluídos em água; 2g de folhas secas ou 5g de partes duras secas, 4g de folhas frescas ou 1 Og de partes duras frescas (1 colher de sopa para cada xícara de água) em decocto ou infuso até 3 vezes ao dia, com intervalos menores que 12hs; Cápsulas: 6g diárias divididas em 3 doses. Crianças tomam de 1/6 a Y2 dose, de acordo com a idade.
Interação medicamentosa: Em um estudo com cobaias o uso do extrato da casca dos ramos, intragastricamente (1OO mg JKg) levou ao aumento da atividade da dopamina, norepinefrina e da monominaoxidase assim como inibição da liberação de serotonina em stress induzido; A graviola pode potencializar a ação de drogas anti-hipertensivas e cardiodepressoras; Pode também potencializar o efeito de drogas antidepressivas e intervir com as drogas MAO-inibidoras; Um dos mecanismos de ação da graviola é impedir a chegada da energia do ATP à célula cancerosa. O uso de suplementos e produtos naturais que aumentem o ATP, reduzem o efeito da Graviola; como (p.ex.) por exemplo: antioxidantes como a Co-enzima Q1 O, e, por esse motivo, devem ser evitados enquanto se faz Uso da Graviola.
Graviola
Precauções: Pacientes que usem anti-hipertensivos devem passar por avaliação clínica antes do Uso e terem sua pressão arterial monitorada, pois a dose da medicação deverá ser reajustada.
Efeitos colaterais: O uso prolongado pode levar à destruição da flora bacteriana do trato digestivo. Para tratamento superior a 30 dias, aconselha-se o uso de probióticos e enzimas digestivas; Doses muito elevadas alou tomadas de uma única vez causar náuseas e vômitos, devido a seu efeito emético. Caso ocorra, a dosagem deverá ser ajustada e/ou reduzida: Doses em torno de 18g podem causar sonolência e sedação.
Superdosagem: Vide efeitos colaterais. Doses em torno de 18g podem causar sonolência e sedação.
Toxicologia: Sem toxidade nas doses recomendadas; Os extratos alcoólicos de 100mg/Kg de peso corporal em cobaias não demonstraram toxidade ou efeitos colaterais mas a dose de 300mg/Kg de peso levou a diminuição do comportamento exploratório e constrição abdominal moderada. A dose equivalente para um adulto de 60Kg seria de 18g; Se ocorrerem sedação e sonolência, a dose deverá ser reduzida.Farmacologia: A planta vem sendo estudada desde 1940, A maioria das pesquisas é focada num novo repertório de compostos chamados acetogeninas annonáceas, encontradas em todas as partes da planta; Três grupos diferentes de pesquisadores confirmaram que este principio ativo tem propriedades anti-tumorais significantes e toxidade seletiva contra vários tipos de células cancerosas (sem danificar células sadias), publicando 8 estudos clínicos. Várias acetogeninas demonstraram toxidade seletiva contra células tumorais em doses muito baixas 1 parte por milhão.
Quatro estudos foram publicados em 1998 e especificam quais Princípios ativos e acetogeninas tem as mais fortes propriedades anti-cangerígenas, antitumorais e antivirais: Num estudo clínico de 1997 novos alcaloides encontrados na graviola exibiram efeitos anti depressivos em animais; Estes princípios ativos só existem nessa Família botânica.
A maioria deles foi documentada com atividades antitumoral, antiparasitária, inseticida e antimicrobiana; Estudos sobre a farmacocinética em 3 laboratórios diferentes demonstraram recentemente que essas acetogeninas são inibidoras excepcionais de processos enzimáticos que só são encontrados nas membranas celulares de tumores cancerosos.
Esse é o motivo pelo qual elas são tóxicas para células cancerosas e não para células normais, A Universidade Purdue em West Lafayettte, Indiana, conduziu um grande leque de pesquisas com as acetogeninas, a maioria delas financiadas pelo Instituto Nacional do Câncer e ou Instituo Nacional de Saúde (NIH). Até agora a Universidade de Purdue e seu staft já registrou pelo menos 9 patentes internacionais e/ou nos EE.UU.
Sobre as propriedades antitumoral e inseticidas e uso dessas acetogeninas. Em 1997 a Universidade de Purdue publicou notícias promissoras sobre vária acetogeninas da graviola não só como capazes de matar tumores comprovadamente resistentes a agentes anticâncer, como também tendo uma afinidade especial por estas células resistentes.
Em várias entrevistas após a publicação destas informações o farmacologista chefe da pesquisa de Purdue explicou que as células cancerosas que sobrevivem à quimioterapia desenvolvem resistência ao agente usado originalmente e também a outros, mesmo não correlatos o que se denomina resistência multidroga (MOR).
Uma das maneiras que a célula cancerosa possui de criar resistência à quimioterapia é criar uma bomba intercelular que expele os agentes anticancerígenos para fora dela antes que eles possam matá-la Na média, apenas 2'% das células de um tumor podem desenvolver esta bomba mas são estes 2~/o (que) que eventualmente crescem e criam tumores multidrogas resistentes.
As últimas pesquisas revelam que as acetogeninas são capazes de fechar esta bomba e matar as células multidrogas resistentes - bloqueando a transferência de ATP dentro delas, elas param de ter energia para sustentar a bomba ou qualquer outro processo e morrem. Células normais não desenvolvem tais bombas, precisam de menos energia e não afetadas pelos inibidores de ATP; Quatorze acetogeninas diferentres testadas, algumas só encontradas na graviola, demonstraram propriedades bloqueadoras sobre o ATP. Eles também relataram que 13 das 14 acetogemnas pesquisadas eram mais potentes que todos os 3 medicamentos padronizados que foram usadas como controle em células MDR de câncer de mama: adriamicina, vincristina e vinblastina.
Estudos clínicos: Num estudo realizado ainda em 1976 pelo Instituto Nacional do Câncer dos EE.UU., as folhas e ramos da graviola mostraram toxidade ativa contra células cancerosas e as pesquisas continuaram. Até agora, acetogeninas especificas na graviola e/ou em seus extratos apresentaram toxidade seletiva in vitro contra: linhagens de células de carcinoma de pulmão, linhagens de tumores sólidos de câncer de mama humano, adenocarcinoma prostático, linhagens de células de carcinoma pancreático, adenocarcinoma do cólon, câncer de fígado, linfoma humano e adenocareinoma de mama multidroga resistente; Pesquisadores de Formosa, em 2003, relataram que a anonacina é altamente tóxica contra linhagens de células cancerosas de ovário, colo de útero, mama, bexiga e pele em doses muito baixas: tendo-a como promessa de agente anticâncer.
Em março de 2002 pesquisadores japoneses publicaram resultados de estudos in vivo com cobaias sobre várias acetogeninas encontradas em plantas. Células de câncer de pulmão foram inoculadas em cobaias: 113 recebeu quimioterapia com adriamicina, 1/3 não recebeu nada (controle) e 1/3 recebeu anonacina na dose de 1O mg Kg. Após 2 semanas 5 dos 6 animais do grupo de controle ainda estavam vivos e os tumores foram medidos. O grupo da quimioterapia mostrou redução da massa tumoral de 54,6% mas metade dos animais morreram de toxidade (3 em 6). Todo o grupo tratado com graviola sobreviveu, e os tumores foram inibidos em 57,9%.
Eles concluíram que a anonacina era menos tóxica para animais e que um potencial agente anticanceroso poderia ser desenvolvido a partir da graviola; As pesquisas do câncer com esta planta importante têm continuado indústrias farmacêuticas e universidades continuam a testar, pesquisar, patentear e tentar sintetizar estes princípios ativos em novas drogas quimioterápicas; A graviola parece seguir o mesmo caminho de outro quimioterápico muito conhecido Taxol. Entre a descoberta do agente anti· tumoral na casca do Teixo do Pacífico e Aprovação da comercialização pelo órgão governamental responsável, foram gastos 30 anos de pesquisas de indústrias farmacêuticas e universidades. A graviola levou 1O anos para ter seu principal agente antitumoral a anonacina sintetizado.
Agora que os cientistas já podem recriar a aanonacina e outras acetogeninas ativas em laboratório, o próximo passo será modificar levemente a droga - os princípios ativos de plantas não podem ser patenteados, sem alterar suas propriedades para que se possa patentear uma nova droga anticâncer. Mais uma vez os cientistas estão num impasse toda vez que alteram um princípio ativo o suficiente para ser patenteado, eles perdem muito de sua ação antitumoral.
Nesse meio tempo, pacientes com câncer, fitoterapeutas e herbalistas não estão de braços cruzados têm acrescentado a folha e ramos de Graviola, in natura, como terapia complementar a seus protocolos anticâncer; Além do mais, a Graviola tem uma longa história de Uso seguro em outras condições e as pesquisas revelam que as acetogeninas antitumoral são seletivamente tóxicas apenas para células tumorais; Enquanto se confirmava que estas acetogeninas ocorrem em grandes quantidades nas sementes e raízes da graviola, diversos outros alcaloides das sementes e raízes demonstraram atividade neurotóxica preliminar in vitro. As pesquisas sugerem que estes alcaloides estão associados à doença de Parkinson atípica nos países onde as sementes são empregadas como antiparasitário usual. Por enquanto não se recomenda seu Uso; A dose terapêutica da folha - que oferece mais acetogeninas que a raiz e quase a mesma quantidade que a semente, é de 2 a 3g tomadas de 3 a 4 vezes ao dia. Nos EE.UU. é cada vez mais comum ofertas de cápsulas e tintura; Os cientistas que estudam a Graviola alertam para as consequências do desmatamento foram isoladas 350 acetogeninas em 37 espécies de Annonaceae e os estudos preliminares revelam que metade das 80 plantas estudadas são significativamente bioativas. E nós alertamos para as consequências de não estarmos protegendo nosso maior patrimônio - a biodiversidade e a cultura popular!

sexta-feira, 16 de março de 2018

GRAVIOLA

graviola1
COMO CULTIVARPLANTIO: Embora aceite qualquer tipo de solo, devido a seu sistema radicular desenvolvido, a planta prefere os de textura leve, profundos, bem drenados e arejados. Os melhores resultados no cultivo da graviola são obtidos em solos com elevados teores de materia orgânica e acidez corrigida. 
ESPAÇAMENTO: Recomendam-se espaçamentos de 4 x 4 metros a 8 x 8 metros, o que depende de uma série de fatores, como solo, nível de tecnologia aplicada (mecanização, condução da planta, poda, por exemplo), topografia, condições climáticas, entre outros. Em geral, o tamanho das covas é de 60 x 60 x 60 centímetros. Elas devem ser feitas, no mínimo, 30 dias antes do plantio das mudas. 
CONSÓRCIO: Até a produção plena, pode-se levar de quatro a cinco anos. Nesse período, no entanto, é possível cultivar outras plantas, em sistema intercalado, para garantir alguma renda na área. Algumas sugestões são hortaliças, feijão e frutas como maracujá, mamão e abacaxi.

Fruta aromática, com polpa branca, de sabor suave e levemente ácido, a graviola pode ser consumida naturalmente, mas é muito usada para a fabricação de doces, sucos, sorvetes e geleias. Rica em vitamina A, C e do complexo B, também contém cálcio, ferro, magnésio, potássio e fósforo. Diurética, a graviola ainda é dotada de propriedades que evitam espasmos, disenterias e problemas de nevralgia.

O fruto pode chegar a dez quilos, como a variedade morada, que apresenta rendimento de 40 quilos de polpa por ano no auge da produção – aos seis anos de idade. Crioula, lisa e blanca são outras opções com bom desenvolvimento. Sítios e chácaras são locais onde a planta pode ser cultivada, como também em pomares caseiros.

Chrysopogon zizanioides , comumente conhecido como vetiver e khus , é um capim pereneda família Poaceae

  Chrysopogon zizanioides  , comumente conhecido como  vetiver  e  khus , é um  capim  perene da  família  Poaceae Chrysopogon zizanio...