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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Quiabo




Alimento do culto de Egungum, porém é muito utilizado no culto de vários Orixás como; Òrò (Baba-Eègun) para favorecimento em qualquer assunto, fazer justiça, exemplar os perversos e injustos.


Quando ofertado à Exú sua função é acelerar uma melhoria financeira e Ifá.

Para Ogum sua finalidade é derrotar um inimigo em confronto manifesto.

Para Xangô sua finalidade é atacar ou apaziguar qualquer ameaça que ainda não tenha se manifestado. 

Para Obaluaiê é servido cru pilado a fim de acelerar o andamento de riqueza e prosperidade. 

Para Obatalá sua função é apaziguar qualquer força ou situação agressiva. Ou seja, o Ila possui características que para adiantar algo, fazer deslizar, escorregar para dentro ou fora de uma situação.

Numa Oogun (magia) quando sua seiva é colocada sob folha de bananeira tem a
finalidade de causar a queda de um inimigo. Quando usado somente a seiva do Ilá provocada com a mistura de água, tem finalidade apaziguadora, refreadora, calmante diante de uma força agressiva, confusão na vida ou no Ori.

Quando usado como Amalà é utilizado na forma de um molho cozido no Epo ofertado quente com Egba (pirão) também bem quente, sua finalidade é acelerar a chegada ou o desfecho de algo que ambiciona, então se o Amalá for ofertado à Obaluaiê com peixe, búzios, pó de Osun e Efun, é para acelerar a prosperidade, dinheiro e abundancia. 

Ofertado à Xangô com peito de carne assada e Orogbo é para alguém obter coragem e enfrentar algo ou alguém complexo, já com pedras de raio ou fogo em brasa é para pedir defesa contra inimigos perigosos e injustos. 

Ofertado à Òrò (Baba-Eègun) com uma rabada de boi cozida sua finalidade é para acelerar o término de um sofrimento, doença, processo judicial, autoridade excessiva, abuso, tirania ou má intenção de pessoas

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Quiabo


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Como ler uma infocaixa de taxonomiaAbelmoschus esculentus
quiabeiro, quiabo
Okra asb 2004 PICT3614.jpg
Classificação científica
Domínio:Eukaryota
Reino:Plantae
Divisão:Magnoliophyta
Classe:Magnoliopsida
Ordem:Malvales
Família:Malvaceae
Género:Abelmoschus
Espécie:A. esculentus
Nome binomial
Abelmoschus esculentus
L. Moench
Caruru, prato típico da culinária brasileira preparado a base de quiabo
O quiabeiro (Abelmoschus esculentus L. Moench: anteriormente, Hibiscus esculentus L.) é uma planta da família da malva (Malvaceae). Possui origem na Oceania.[1] Seu fruto, conhecido como quiabo, quingombô, gombô, quibombô, quigombó, quibombó, quimbombô, quingobó, quingombó e quingombô, é uma fibrosa cônica verde e peluda, cheia de sementes brancas redondas, muito usado em culinária antes da maturação, pois, próximos à maturação, endurecem. Suas folhas são lobadas. As flores são axilares, isto é, brotam a partir das gemas axilares.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

"Quiabo", "quingombô", "gombô", "quibombô", "quigombó", "quibombó", "quimbombô", "quingobó", "quingombó" e "quingombô" e são termos provenientes do quimbundo.[1]

O fruto[editar | editar código-fonte]

No Brasil, o quiabo compõe pratos típicos regionais, como o caruru — quiabo cozido com camarão seco. Na culinária mineira, há o frango com quiabo e o refogado de carne com quiabo. Pode ser apreciado cozido com tempero no óleo, deixando-se bastante seco. É um fruto simples, seco, indeiscente, de cápsula loculicida (isto é, deiscência longitudinal, com cada lóculo se abrindo separadamente).[2] Os quiabos são verdes e peludos e apresentam uma goma viscosa. Rico em vitamina A, seu consumo pelo ser humano é importante para a visão, pele e mucosas em geral.
Segundo Balbach, Alfons, As Hortaliças na Medicina Doméstica, A Edificação no Lar, em 100 gramas de quiabo estão agrupados:
850 U.I. de vitamina A; 130 mcg de vitamina B1 (Tiamina); 75 mcg de vitamina B2 (riboflavina); 0,70 mg ou de vitamina B3 (niacina) ou de vitamina B5 (ácido pantoténico) — não especificado devido à incongruência da fonte — e 25,80 mg de vitamina C (ácido ascórbico). Além disso, contém 40,00 quilocalorias (em 100 gramas); 89,60% de água; 7,40 % de hidratos de carbono; 1,80% de proteínas; 0,20% de gorduras e 1,00% de sais.[3]
Se, por um lado, a vitamina A exerce as funções já mencionadas, além de proteger o fígado, a vitamina B1 é decisiva para o bom funcionamento do sistema nervoso, a vitamina B2 é importante para o crescimento, principalmente na adolescência, segundo Schneider, Ernest, A Cura e a Saúde pelos Alimentos, Casa Publicadora Brasileira.
Fruto de fácil digestão, é recomendado para pessoas que sofrem de problemas digestivos, sendo eficaz contra infecções dos intestinos, bexiga e rins.

Propriedades curativas[editar | editar código-fonte]

De acordo com a literatura e diversas pesquisas científicas, o quiabo é um alimento:
  • antiúlceras;[4]
  • anticancerígeno, reduz ataques cardíacos, diminui o colesterol sanguíneo, alivia desordens intestinais, inflamações no cólon, diverticulite e úlceras estomacais;[5]
  • neutralizador de ácidos, lubrificante do trato intestinal, auxilia na melhora de queimaduras, acalma psoríase e envenenamento e pode ser utilizado no tratamento de inflamações nos pulmões, síndrome do intestino irritável e dores de garganta.[6]

Influência no diabetes[editar | editar código-fonte]

Estudos realizados em camundongos publicados em 2011[7] e 2012 mostraram que a ingestão de quiabo regula a expressão gênica de maneira a favorecer o controle do diabetes, além de reduzir de maneira significativa as taxas de glicose no sangue.
Em novembro de 2013, a imprensa brasileira divulgou os efeitos benéficos do consumo do quiabo também em seres humanos, podendo este chegar eventualmente até a substituir a insulina. Após investigações científicas, o quiabo poderá se confirmar como a principal forma de tratamento para os diabéticos.[8] Outro fator importante que deve ser levado em consideração, é que o quiabo é rico em fibras, e isso influencia diretamente na manutenção do peso e da boa forma. Além disso ele possui poucas calorias e sua ingestão ajuda na manutenção dos olhos, mucosas e do sistema nervoso.

Quiabo



Quiabo (Abelmoschus esculentus) é uma planta da família da malva (Malvaceae). Seu fruto é uma cápsula fibrosa cheia de sementes brancas redondas, muito usado em culinária antes da maturação.

De origem controversa, no Brasil compõe pratos típicos regionais, como o caruru — quiabo cozido com camarão seco; na culinária mineira há o frango com quiabo e o refogado de carne com quiabo. Pode ser apreciado cozido, com tempero no óleo deixando bastante seco. É um fruto simples, que não libera as sementes quando está maduro.

Os quiabos são verdes e peludos e apresentam uma goma viscosa. Rico em vitamina A, é importante para a visão, pele e mucosas em geral, além de proteger o fígado. A vitamina B1 é decisiva para o bom funcionamento do sistema nervoso, a vitamina B2 é importante para o crescimento, principalmente na adolescência. 

Fruto de fácil digestão, é recomendado para pessoas que sofrem de problemas digestivos, sendo eficaz contra infecções dos intestinos, bexiga e rins. 


No Candomblé: Ilà: (quiabo)


Alimento do culto de Egungun, porém é muito utilizado no culto de vários Orixás: 

  •  Òrò (Baba-Ègun) para favorecimento em qualquer assunto, fazer justiça, exemplar os perversos e injustos. 

  • Quando ofertado à Esù sua função é acelerar uma melhoria financeira e com Ifá. 

  • Para Ogum sua finalidade é derrotar um inimigo em confronto manifesto.

  • Para Xangô sua finalidade é atacar ou apaziguar qualquer ameaça que ainda não tenha se manifestado. 

  • Para Obaluaiê é servido cru pilado a fim de acelerar o andamento de riqueza e prosperidade. 

  • Para Obatalá sua função é apaziguar qualquer força ou situação agressiva. Ou seja, o Ilà possui características que serem para adiantar algo, fazer deslizar, escorregar para dentro ou fora de uma situação.


Numa  magia quando sua seiva é colocada sob folha de bananeira tem a finalidade de causar a queda de um inimigo. Quando usado somente a seiva do Ilá provocada com a mistura de água, tem finalidade apaziguadora, refreadora, calmante diante de uma força agressiva, confusão na vida ou no Ori. Quando usado como Amalá é utilizado na forma de um molho cozido no Epò ofertado quente com Egbá (pirão) também bem quente, sua finalidade é acelerar a chegada ou o desfecho de algo que ambiciona, então se o Amalá for ofertado à Obaluaiê com peixe, búzios, pó de Osun e Efum, é para acelerar a prosperidade, dinheiro e abundancia. Ofertado à Xangô com peito de carne assada e Orogbô é para alguém obter coragem e enfrentar algo ou alguém complexo, já com pedras de raio ou fogo em brasa é para pedir defesa contra inimigos perigosos e injustos. Ofertado à Òrò (Baba-Eègun) com uma rabada de boi cozida sua finalidade é para acelerar o término de um sofrimento, doença, processo judicial, autoridade excessiva, abuso, tirania ou má intenção de pessoas.

Resumindo Quiabo é tudo de bom!

Chrysopogon zizanioides , comumente conhecido como vetiver e khus , é um capim pereneda família Poaceae

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