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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Guapuruvu


(Schizolobium parahyba)


Nome científico: Schizolobium parahyba 
Nomes populares: Guapuruvu, bacurubu, badarra, bacuruva, birosca, faveira, pau-de-vintém, ficheira, pataqueira 
Origem: Brasil 
Família: Leguminosas 
Luminosidade: sol pleno 
Porte: Pode chegar a 30 metros de altura 
Clima: quente e úmido 
Copa: rala, produz sombra leve 
Propagação: Sementes 
Solo: fértil 
Podas: não são necessárias

Esta linda espécie brasileira pertence à Família das Leguminosas e pode atingir até 30 metros de altura. O guapuruvu perde totalmente suas folhas no inverno e cobre-se de flores amarelas na primavera. Só após a florada é que inicia a brotação de novas folhas. A copa produz uma sombra muito leve, o que permite o plantio da espécie em gramados ou próxima a canteiros sem prejudicar a insolação sobre as outras plantas. É uma espécie pioneira, indicada para plantios em áreas degradadas em razão do seu rápido crescimento.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Guapuruvu


O Guapuruvu (Schizolobium parahyba) é aquela árvora que dificilmente passa despercebida, de uma beleza imponente, a velocidade com que cresce é impressionante: 3 metros por ano!
O Guapuruvu tem muitas utilidades e também muitos nomes. Conhecida como planta mágica na cultura popular, ela é ideal para o reflorestamento e muito desejada pelos canoeiros.
É a árvore símbolo de Florianópolis, capital de Santa Catarina.
NOME CIENTÍFICO: Schizolobium parahyba (Vell.) S.F. Blake
FAMÍLIA: Fabaceae
CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS:
ÁRVORE de 20-30 m de altura, de copa alta, aberta e de pouca sombra.
TRONCO de 60-80 cm de diâmetro, elegante, reto e cilíndrico, com ramificações apenas no alto, de casca cinzenta quando adulta e verde quando jovem, dotada de verrugas e de leves e visíveis marcas transversais em relevo. Casca interna esbranquiçada com textura fibrosa.
FOLHAS compostas bipinadas, de cuja haste central (de 80-100 cm de comprimento) surge um conjunto de 20-50 pares de pinas, que se estendem em hastes periféricas dotadas de 20-30 pares de pequenos folíolos elípticos, de 2-3 cm de comprimento, por 7-10 mm de largura cada, levemente brilhantes e de nervação nítida e saliente.
FLORES grandes e vistosas, de 5 pétalas vivamente amareladas, agrupadas em cachos terminais, ou seja, no topo de suas respectivas hastes centrais, que podem chegar a medir 30 cm de comprimento.
FRUTO vagem seca, elíptica, de consistência dura, marrom, de 10-15 cm de comprimento, que se abre espontaneamente quando madura, dispersando sua única semente.
SEMENTE elíptica, brilhante e muito dura, envolta por uma camada leve e fina como o papel, para que os ventos a carreguem.
FLORAÇÃO a partir do final de agosto, com a planta totalmente despida de folhagem, prolongando-se até meados de outubro. Os frutos amadurecem em abril-julho.
USO/ÁRVORE em flor é bastante ornamental, porém não se recomenda seu plantio em áreas movimentadas, pois ramos e folhagens caem facilmente em dia de vento, podendo causar acidentes. É ótima para reflorestamentos de áreas degradadas.
USO/MADEIRA muito leve, macia, lustrosa e de textura grossa e de baixa durabilidade sob condições naturais. Indicada para miolo de painéis e portas, brinquedos, saltos para calçados, formas de concreto, compensados, caixotaria leve e pesada.
USO/OUTRAS UTILIDADES A casca possui tanino, podendo ser usada para curtir couro. Suas sementes são indicadas para o tratamento de lesões causadas por mordida de cobra peçonhenta.
PRODUÇÃO DE MUDAS lixar uma área da superfície das sementes, ou fervê-las durante 4-10 minutos, para em seguida deixar de molho em água fria por 1-2 dias. Semeá-las diretamente em recipientes individuais contendo substrato argiloso. A emergência ocorre em 5-15 dias e a germinação é superior a 85%. O desenvolvimento das plantas no campo é muito rápida, atingindo facilmente 8-10 m de altura aos 2 anos.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

guapuruvu


guapuruvu, ficheira, pinho-branco, pataqueira, baageiro, garapivu, faveira

Com seu tronco reto e esverdeado, mostrando as marcas dos galhos caídos, pode alcançar sete metros de altura em menos de três anos, tornando esta espécie uma das mais rápidas em termos de desenvolvimento. A aparência é de uma árvore um tanto primitiva por causa da copa rendada, similar a uma gigantesca samambaia, especialmente no período mais jovem, quando o tronco é ainda pequeno. Não é uma essência arbórea recomendada para ser cultivada próxima de edificações, já que em dias de ventos fortes podem acontecer queda de galhos, devido a possuir uma madeira muito mole e pouco resistente. Por esse motivo, é utilizada na construção de canoas, podendo ser trabalhada de modo fácil e rapidamente.
Entretanto por causa de sua florada espetacular, que atrai abelhas, deve ser aproveitada em espaços grandes. Nos primeiros anos de vida pode ser atacado pela broca da madeira, principalmente nos meses de mais calor.
Sinônimos estrangeiros: brazilian fern tree, fire tree, (em Inglês); guapuruvú, garapuvú, (em espanhol) tzementí, arbol de zope, cuchillal, guanacaste, judío , alipte palo de picho, palo de judío, (em México); tambor, gallinazo, copté, (em Costa Rica); chaputaltapa, (em El Salvador); zorra (Em Honduras); plumajillo (em Guatemala).
  • Família: Leguminosae Caesalpinoideae.
  • Características: árvore semicaducifólia de grande porte.
  • Porte: 15 a 25 m,(excepcionalmente 35 m.) copa espatulada e pouco densa.
  • Fenologia: Final do inverno, inicio da primavera.
  • Cor da flor: amarelo-dourado, em cachos.
  • Cor da folhagem: verde médio.
  • Origem: México, América Central e Brasil, na Bahia até Santa Catarina. Típica do litoral e do Vale do Rio Paraíba.
  • Clima: Tropica/subtropical.
  • Luminosidade: sol pleno.

Chrysopogon zizanioides , comumente conhecido como vetiver e khus , é um capim pereneda família Poaceae

  Chrysopogon zizanioides  , comumente conhecido como  vetiver  e  khus , é um  capim  perene da  família  Poaceae Chrysopogon zizanio...