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segunda-feira, 25 de junho de 2018

Rosa-do-deserto


adenium-
Originária da África e da Península Arábica, a rosa-do-deserto (Adenium obesum) também é conhecida como lírio-impala e mini-baobá. Por ser comum em lugares áridos, onde há escassez de água.
A rosa-do-deserto é uma planta muito resistente e que necessita de pouca supervisão para se desenvolver adequadamente. Pode ser plantada em qualquer período do ano, mas dá flores nas estações mais quentes: primavera e verão. No Brasil, é muito comum encontrá-la sob a forma de bonsai.
Como cultivar a rosa-do-desertoO cultivo da rosa-do-deserto é simples e fácil. Para cultivar rosa-do-deserto em vaso, você irá precisar de:
* Vaso (preferencialmente feito de barro e com furos no fundo para o escoamento adequado da água);
* Substrato;
* Tela plástica para forrar o fundo do vaso;
* Sementes de Rosa de Deserto ou estacas.
Passo a passo de como cultivar rosa-do-deserto em vaso
Após escolher o vaso, é hora de preparar o substrato. O substrato para rosa-do-deserto deve ser rico em nutrientes como fósforo, potássio, nitrogênio e cálcio. Portanto, recomenda-se o uso do fertilizante NPK 04-14-08.
Para preparar o substrato
* Cubra o fundo do vaso com a tela plástica;
* Em seguida, vá fazendo as camadas: uma camada de areia, uma camada de húmus e uma camada de areia e terra comum (pode-se adicionar o fertilizante NPK nessa parte);
* Se for transplantar a rosa-do-deserto para o vaso, lembre-se de pegar cuidadosamente a planta e, quando for replantá-la no vaso, deixar um pouco do caule sem ser coberto pela terra;
* Cubra a superfície do vaso com pedrinhas ou cascalho.
sementes de Adenium-Obesum
Cultivo em vaso a partir de sementes
Caso você opte por cultivar rosa-do-deserto em vaso a partir de sementes, deixe as sementes na água mineral por cerca de 120 minutos antes de plantá-las na terra – a hidratação facilita o processo germinativo. Plante em pequenos vasinhos e espere que se desenvolvam (o que é indicado pelo surgimento de folhas);
* Após essa etapa de desenvolvimento, você poderá seguir o processo de transplante de sua Rosa do Deserto para um vaso maior em profundidade e largura.
plantada no chão
Plantando rosa-do-deserto no chãoPara plantar Rosa do Deserto no chão, o ideal é que você já tenha uma planta bem desenvolvida no vaso.
Algumas recomendações a seguir
* Escolha uma região do seu quintal que receba bastante sol – a rosa-do-deserto adora a luminosidade intensa;
* Cave um buraco na terra e, cuidadosamente, faça o transplante da planta do vaso para o chão. Lembre-se de tirar o excesso de terra das raízes e também cortá-las um pouco, porque dessa maneira sua planta irá se desenvolver melhor;
* Regue a planta com um pouco de água, sem deixar a terra muito encharcada – lembre-se que a planta gosta de muito sol e pouca água.
rosa-do-deserto
Poda da rosa-do-desertoUma boa poda é muito importante para que sua planta se desenvolva corretamente. O processo de poda elimina galhos e folhas secas, melhorando a distribuição de nutrientes na sua rosa-do-deserto.
No entanto, a poda deve ser realizada com muito cuidado, pois o corte de ramos pode ser uma porta de entrada para fungos e bactérias.
O melhor é utilizar o corte em bisel, ou seja, um corte transversal, retirando apenas galhos e folhas secas. É muito importante utilizar uma tesoura de poda esterilizada. Uma dica boa é, após a poda colocar um pouco de canela em pó sobre o corte, a fim de evitar a propagação de fungos.
Para estimular a floração de sua rosa-do-deserto, você pode adicionar adubo NPK ao substrato ou um preparado de cascas de banana e cascas de ovos.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Rosa-do-deserto


rosa-do-deserto-okRosa-do-deserto ou Adenium (Adenium obesum)
Origem: Sul da África e Península Arábica.
Porte: até 2 m de altura.
Folhas: com nervura central marcante, de cor verde-escura.
Flores: em forma de trompete, apresentam a parte central branca, tornando-se róseas ou avermelhadas nas margens das pétalas. São formadas o ano inteiro, mas principalmente na primavera.
Solo: arenoso ou rochoso.
Clima: quente e seco.
Luminosidade: pleno sol ou meia-sombra.
Irrigação: esporádica. Não tolera umidade excessiva.
Adubação: matéria orgânica.
Cultivo: como planta isolada, em vaso, ou formando conjuntos.

Rosa-do-deserto

ROSA-DO-DESERTO BLACK SOMALENSE
Adenium somalense
Esta incrível planta suculenta e herbácea chama atenção por dois motivos: seu caule de base engrossada que gera formas incríveis, e sua espetacular floração!

Seu caule apresenta tal característica pelo fato da A. obesum ser uma planta de climas áridos e, portanto, precisa reservar água e nutrientes.

Cresce de 1 a 3 metros de altura em seus hábitats naturais. As folhas de um verde-brilhante aparecem nas pontas dos galhos. As flores são tubulares, simples, apresentam cinco pétalas e tem de 6 a 8cm de diâmetro. A floração acontece na primavera, com possibilidade de sucessivas florações no verão e no outono.

Adenium somalense é uma parente próxima da muito mais famosa Adenium obesum, e possui algumas diferenças, como o caule de coloração mais "brilhante" e base arredondada, e as folhas mais oblíquas e alongadas.

Um segredo para tornar seu caule grosso e com formas exuberantes, é replantar a planta inteira a cada 2 anos e ir subindo a base do tronco em cada replantio.
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Rápido guia de cultivo
Germinação:
-    Deixe as sementes de molho em água natural por 2 a 4 horas;
-    Disponha as sementes sobre a superfície de um substrato úmido (não encharcado);
-    Cubra as sementes com uma ligeira camada de substrato, apenas o suficiente para apenas encobrí-las;
-    Molhe com cuidado (use um spray ou borrifador);
-    Tampe o vaso com plástico transparente, mantenha úmido e em local aquecido (24 a 32˚C - pode manter sob luz artificial)
-    Mistura ideal de solo: partes iguais de aerador de solo (perlita, vermiculita, areia, fibra de coco em pó ou turfa) e matéria orgânica (humus, terra vegetal, substratos prontos, etc).
-    Germina em 4 a 15 dias.

Solo, local e informações de cultivo
:
  • Humidade: média-baixa.
  • Temperatura: 10-30˚C. Não tolera geadas.
  • Luz: sol pleno, sol parcial.
  • Solo: qualquer substrato que retenha água, tenha boa drenagem e contenha razoável matéria orgânica é suficiente. Se seu substrato não tiver muita aeração, deve incluir areia, perlita, vermiculita ou turfa.
  • pH do solo: 6.6 a 7.8 (neutro a levemente básico)
  • Irrigação: irrigue 2 ou 3 vezes por semana no verão. Nunca mantenha o solo enxarcado, e diminua drasticamente a irrigação no inverno.
  • Para ser plantada em estufas, interiores, vasos e esteriores.
  • Sempre use vasos com furos para escoar a água excedente.
    Prefira molhar pelo "pratinho" do vaso e não diretamente do solo, para evitar que a base do caule fique em contato com a água.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Rosa-do-deserto


 Adenium obesum,
A rosa-do-deserto é uma planta herbácea, suculenta, de aspecto escultural e floração exuberante. Seu caule é engrossado na base, uma adaptação para guardar água e nutrientes em locais áridos. Alcança de 1 a 3 metros de altura se deixada crescer livremente. Apresenta folhas dispostas em espiral e agrupadas nas pontas dos ramos. Elas são inteiras, coriáceas, simples, de forma elíptica a espatulada, verdes e com nervura central de cor creme. Raríssimas variedades apresentam variegações, com folhas creme, salpicadas de verde.
Florações podem ser obtidas em plantas jovens, com apenas 15 cm de altura. O florescimento geralmente ocorre na primavera, sendo que há possibilidade de sucessivas florações no verão e outono. As flores são tubulares, simples, com cinco pétalas e lembram outras da mesma família como Alamanda, Jasmim-manga e Espirradeira. As cores são variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho. Muitas variedades apresentam mesclas e degradeés do centro em direção as pontas das pétalas. Há ainda variedades de flores dobradas.
A rosa-do-deserto é uma planta que desperta aficcionados em todo o mundo, da mesma forma que orquídeas, bromélias, cactos, suculentas, carnívoras e bonsais. Há colecionadores dedicados à esta fantástica espécie, que produzem plantas com caules excepcionalmente esculturais e florações magníficas. Essa espécie ainda permite enxertia (garfagem), o que é bastante interessante para se produzir uma mesma planta com flores de variedades diferentes. Plantas antigas, de variedades raras, e bem trabalhadas alcançam preços exorbitantes no mercado, assim como bonsais.
Um dos segredos para deixar a base do caule interessante é levantar um pouco a planta, deixando a parte superior das raízes exposta a cada replantio, que deve ser realizado a cada 2 ou 3 anos. A planta enraizará normalmente. Para obter um aspecto engrossado e florações intensas, a utilização de um fertilizante de boa qualidade é fundamental. Ela não é muito exigente em nitrogênio, portanto uma fórmula específica de floração, que contenha mais fósforo é indicada. Jamais fertilizar uma planta sem antes irrigá-la, sob pena de queimar raízes e provocar queda das folhas.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo perfeitamente drenável, neutro, arenoso, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos esparsos e regulares. Não tolera o frio abaixo de 10ºC ou encharcamento. Apesar dessas exigências em drenagem não é bom deixá-la muito tempo sem regas. Em países de clima temperado e frio ela se torna semi-decídua e deve ser conduzida em estufas aquecidas no inverno. Ainda que tolere meia-sombra, florações abundantes só serão obtidas sob sol pleno. Podas de formação devem ser criteriosas para não formar deformidas não naturais e cicatrizes feias na planta, e luvas, pois sua seiva é altamente tóxica. Multiplica-se por sementes e estacas.

Chrysopogon zizanioides , comumente conhecido como vetiver e khus , é um capim pereneda família Poaceae

  Chrysopogon zizanioides  , comumente conhecido como  vetiver  e  khus , é um  capim  perene da  família  Poaceae Chrysopogon zizanio...