sábado, 14 de dezembro de 2019

ingá-mirim, ingá-feijão, ingá-lagarta, ingá-pequeno, ingá-branco, ingá-da-praia, ingá-chichi, ingá-chichica, ingá-cururu, ingaí

 ingá-mirim, ingá-feijão, ingá-lagarta, ingá-pequeno, ingá-branco, ingá-da-praia, ingá-chichi, ingá-chichica, ingá-cururu, ingaí


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Como ler uma infocaixa de taxonomiaInga laurina
Inga laurina na FE, unicamp, Campinas (SP) - Brasil.
Inga laurina na FEunicampCampinas (SP) - Brasil.
Estado de conservação
Espécie pouco preocupante
Pouco preocupante (IUCN 3.1) [1]
Classificação científica
Reino:Plantae
Sub-reino:Viridiplantae
Infrarreino:Streptophyta
Superdivisão:Embryophyta
Divisão:Tracheophyta
Subdivisão:Spermatophytina
Classe:Magnoliopsida
Superordem:Rosanae
Ordem:Fabales
Família:Fabaceae
Gênero:Inga
Espécie:I. laurina[1][2][3][4][5][6][7][8][9][10]
Nome binomial
Inga laurina
(Sw.Willd.
Distribuição geográfica
Mapa de distribuição de Inga laurina obtido através do site GBIF (Global Biodiversity Information Facility).[6]
Mapa de distribuição de Inga laurina obtido através do site GBIF (Global Biodiversity Information Facility).[6]
Sinónimos
  • Feuilleea fagifolia (L.) Kuntze
  • Feuilleea laurina (Sw.) Kuntze
  • Inga fagifolia (L.) Benth.
  • Inga tetraphylla (Vell.) Mart.
  • Mimosa fagifolia L.
  • Mimosa laurina Sw.
  • Mimosa tetraphylla Vell.
Inga laurina é uma árvore da família Fabaceae nativa do Brasil, não endêmica conhecida pelos nomes populares: ingá-mirim, ingá-feijão, ingá-lagarta, ingá-pequeno, ingá-branco, ingá-da-praia, ingá-chichi, ingá-chichica, ingá-cururu, ingaí.

Morfologia[editar | editar código-fonte]

Árvore com cerca de vinte metros de altura, tronco com sessenta centímetros de diâmetro médio, ramos cilíndricos, glabros, lenticeladosestípulas persistentes, lineares de formato oblongo-obovado; os pecíolos das folhas são cilíndricos, marginados; raque foliar alado, cilíndrico; a folha contém de de dois a três pares de folíolosnectários sésseis, pateliforme; folhas compostas, com tamanho médio de quinze centímetros de comprimento, inflorescência espiciforme; flores alvas, perfumadas, com cálice, verde e campanulado, pedicelos sésseis; fruto cilíndrico, com valva papirácea, indumento glabro, com dez sementes em média, com tamanho médio de doze centímetros; semente ovoide, acinzentada.[1][8][9]

Ecologia[editar | editar código-fonte]

Sua floração ocorre no intervalo de agosto a dezembro; seus frutos amadurecem entres os meses de novembro e fevereiro.[9]

Distribuição geográfica[editar | editar código-fonte]

Distribui-se amplamente pelo continente americano, desde o México até a Argentina;[1] no Brasil, encontra-se naturalmente nos biomasAmazôniaCaatingaCerrado e Mata Atlântica; nos tipos de de vegetação: Campo Rupestre, Floresta Estacional SemidecidualFloresta Ombrófila e Restinga.[6][8]

Utilização[editar | editar código-fonte]

Tem sido utilizada para sombreamento de cafezais e para arborização urbana. Seus frutos são comestíveis e são consumidos pela fauna em geral.[9]

Madeira[editar | editar código-fonte]

Sua madeira é macia, pouco resistente, de baixa durabilidade natural e possui densidade moderadamente alta

Chrysopogon zizanioides , comumente conhecido como vetiver e khus , é um capim pereneda família Poaceae

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