quarta-feira, 4 de julho de 2018

Samambaia-renda-portuguesa (Davallia fejeensis Hook.)


Davallia fejeensis Hook.
A renda-portuguesa faz parte da família Polipodiaceae pertencem ao gênero chamado Dasvallia, sendo assim uma planta que consideramos quando for bem tratada tem o poder de seduzir qualquer pessoa levando em conta sempre a sua beleza e robustez. Sua origem é da Austrália.
A renda portuguesa é uma planta herbácea rizomatosa, de aparência delicada, que se desenvolvem por longos rizomas pilosos na cor marrom escuro, de onde partem as folhas compostas.
Na natureza elas crescem em ambientes sombreados, nos solos ricos com abundância de matéria orgânica ou, nas bainhas das folhas dos coqueiros que imitam o xaxim.
Porém, podem perfeitamente ser adaptadas para serem cultivadas em casa, desde que se os tratos culturais sejam semelhantes aos de seu ambiente natural.
Esta planta é muito bonita, e bastante recomendada para se deixar em pontos altos dentro de casa, o que faz com que ela tenha uma boa aeração e também possa receber um pouco de claridade necessária.
rendaportuguesaa
A planta apareceu pela primeira vez nos continentes ocidentais a partir do século XVI onde navegadores começaram a trazer mudas de plantas que inclusive se adaptaram de maneira muito fácil ao ambiente brasileiro, a planta é considerada herbácea e também rizomatosa, possui grandes e longos rizomas repletos de pelos marrons escuros, de onde saem as partes das folhas compostas e finalmente pinadas de aparência delicada.
Este tipo de planta é ideal para locais sombreados e ficam muito em nos interiores ou mesmo áreas externas que tenham sombra em sua casa.
Como cultivar a renda-portuguesaPropagação:
- A propagação da renda portuguesa é feita através de estaquia do rizoma.
- Selecionar rizomas saudáveis que apresentam pelo menos duas gemas, ou “borbulhas”, pois são delas que sairão as novas mudas.
- Cortar com aproximadamente 10 a 15 cm de comprimento.
- Fazer a desfolha do rizoma, deixando apenas as quatro folhas mais novas.
É muito fácil fazer este procedimento, através dos seus caules, que são também chamados de rizomas, estes ficam aéreos, sendo assim possível se ter a partir de um vaso cheio a possibilidade de realizar diversas novas mudas
rizomas
Para o cultivo é necessário alguns materiais como, por exemplo, um vaso que deverá estar pronto para que se possa retirar a muda, você permite quando isto é possível pois estará carregado de rizomas, o que mostra que é possível se tirar diversas mudas.
Uma pá de cultivo de plantas, daquelas pequenas, que é possível se utilizar para fazer a aeração da terra, uma tesoura afiada, terra orgânica que você poderá encontrar em qualquer casa de plantas ou mesmo poderá criar na sua casa com cascas de frutas e cascas de ovos, areia de praia, que deverá estar o mais limpa possível, cacos de telha, e um vaso.
O vaso deverá preferencialmente ser um de fibra de coco, porém poderá ser colocado em um vaso de cerâmica pequeno inicialmente até que seja  possível se pegar a muda.
Primeiramente procure optar por um rizoma que possa ter pelo menos duas gemas ou mesmo um olho, pois será delas que irão sair as novas mudas, em seguida procure cortar o rizoma que você escolheu e o deixe de lado.
Davallia fejeensis
Em seguida procure preparar o vaso que irá receber a muda, jogando primeiramente os cacos de telha para que ocorra uma melhor drenagem de água nas regas das plantas.
A seguir coloque por cima a terra orgânica até que chegue a metade do vaso, em seguida procure jogar por cima um pouco de areia para que não fique compactada e coloque novamente a terra. Procure em seguida misturar esta camada.
A seguir procure colocar o rizoma, ou seja, as raízes sobre a terra levando em conta o cuidado de não o enterrar de forma inclinada, procure o enterrar de forma diagonal para que possa aderir melhor a terra, a seguir procure pulverizar com a terra orgânica de forma que possa cobrir o rizoma de forma bastante suave.
Aproveitando as pontas dos dedos, procure pressionar a terra que está em volta da muda, porém não totalmente somente o que estiver em torno do rizoma. Desta forma você já irá ter uma muda de renda portuguesa pronta para presentear alguém.
Davallia
Algumas dicas para a criaçãoPrimeiramente procure evitar deixar o vaso de renda-portuguesa em alguns locais onde exista vento, ou mesmo suas folhas possam ficar queimadas e amareladas.
Outra observação interessante é que a renda-portuguesa poderá se adaptar perfeitamente em banheiros, por exemplo, por causa do vapor do chuveiro, elas adoram.
A seguir procure sempre manter o vaso sempre úmido, porém nunca se esqueça de não deixar água parada no pratinho, a dengue é uma planta que continua rondando frequentemente as famílias brasileiras.
Em seguida, para que os vasos possam sempre ficar bonitos, procure retirar manualmente os ramos secos e em seguida fique de olho em tatuzinhos ou mesmo lesmas que aparecem na planta e os retire manualmente para que não danifiquem a sua planta.
As melhores formas de cultivar são em ambientes iluminados, porém que não recebam sol direto, a planta poderá ser cultivada no chão embaixo de árvores, que é onde são encontradas em ambientes naturais ou também em vasos ou mesmo jardineiras para interiores.
Os vasos utilizados pela planta poderão ser de várias formas como por exemplo tipo bacia e largos, apesar disso não precisam ser altos devido aos rizomas realizaram as trocas gasosas pela planta, por este motivo é interessante que fiquem em vasos mais rasos.
renda-portuguesa
O solo para cultivar a planta deverá ser riquíssimo em matéria orgânica e por este motivo procure utilizar uma mistura de composto orgânico, turfa e também areia.
É possível ainda se utilizar substratos especiais além de organo-minerais que podem ser vendidos em sacos nas agropecuárias, porém se utilizar este material deverá fazer uma mistura com areia para que tenha resultados.
Se quiser realizar trocas de vaso procure proteger o furo de drenagem com cascalhos ou mesmo mantas não tecido e também utilize um pouco de areia.
Procure a seguir colocar um substrato e plante a sua muda, acrescentando mais substrato apertando de leve para que possa fixar, em seguida regue a planta. Mantenha o substrato que deverá estar levemente úmido.
Adubação:
- A aplicação de adubo foliar duas vezes por mês.
- Adubação química NPK 10-10-10. Misturar uma colher de sopa, rasa, de adubo granulado na formulação indicada, em 2 litros de água, agitar até dissolver por completo os grânulos, em seguida colocar cerca de 1 xícara de chá desta mistura, em cada vasinho.
- Na medida em que a planta for crescendo aumente a dosagem gradativamente, até chegar a um copo americano.
- A adubação química deverá ser feita a cada quatro meses.

Platycerium ridleyi


Platycerium ridleyi
O platycerium ridleyi é um dos mais belos Platycerium. Sua folha fértil voltada para cima, parece a galhada do chifre do cervo, no seu habitat natural,  Borneu, Sumatra e Península Malaia, elas crescem no topo de árvores alta, que margeiam os rios, devido a isso necessitam de bastante luminosidade, umidade e ventilação.
A planta atrai insetos que gostam de comer suas tenras folhas de proteção e o rizoma, quando a planta estiver vegetando soltando a folha fértil esta jamais deverá ser danificada na falta desta o rizoma não se desenvolve podendo levar a morte.
Esta samambaia no habitat natural é habitada por formiga e vários tipos de insetos, a folha de proteção vão formando camadas e deixando espaço entre elas, formando um verdadeiro labirinto, local ideal para abrigar espécie de insetos.
Como o crescimento do rizoma é para cima, vai ficando longo e raiz não alcança o substrato e não consegue se sustentar e chegar a quebrar, deve se calçar a planta com uma porção de substrato e amarrar a planta com um fio de náilon, para fixar a planta evitando que o rizoma longo se quebre.
Platycerium ridleyi
A reprodução é feita somente através de esporos não formam mudas. As folhas de proteção arredondada são reniforme, levemente lobulados, profundo sulco irregulares entre as nervuras principais, cresce frouxamente sobre as folhas velhas ficam com o tempo castanho.
Platycerium madagascariense e o Platycerium ridleyi são as duas espécies que possuem folhas de proteção incomum. Podem chegar a medir em torno de 20 a 50 cm de comprimento.
Folhas férteis crescem eretas, tem duas ramificações curtas que são repetidamente bifurcadas em até 5 vezes, uma bifurcação dá origem ao lóbulo fértil na sua base, os últimos lóbulos são curtos, em forma de forquilhas, com pontas arredondadas ou cuneiformes.
O lóbulo de esporos cresce com um pedúnculo em forma de colher, e os esporos são liberados de uma só vez, Platycerium coronarium também tem este tipo de lóbulo em forma de colher e libera esporos de uma só vez.

Rosas-do-deserto florirem (Adenium obesum)


adenium
As rosas-do-deserto, dependendo dos cuidados podem florir o ano. Existem algumas exceções quanto à sua floração, que costuma ser retardada pela queda de folhas nos locais de clima temperado e em alguns casos pode até entrar em dormência durante o inverno.
Mas isso é válido apenas para regiões onde o inverno costuma ser mais rigoroso, e quando acontecem, as dormências não ultrapassam os dois meses. Já em regiões tropicais, a floração pode ocorrer durante todo o ano.
Para fazer as rosas-do-deserto florirem existem duas técnicas, a adubação ou poda drástica. Confira:
Comecemos pela poda drástica. Neste método, devemos eliminar todas as folhas e mesmo alguns galhos da nossa planta que estejam distanciados entre cinco e quinze centímetros do caudex.
As folhas, quando eliminadas, estimulam novas brotações por fazer com que a planta entenda que deve concentrar as suas energias em foliação, afinal ela precisa realizar a fotossíntese. Aproveite a poda para dar formato à planta, por exemplo, dando mais ênfase à copa.
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Não se assuste com a aparência da planta, ela ficará feia e pelada neste período, mas isto não deve ser motivo para escondê-la da vista das pessoas. Ela precisará de sol para estimular a foliação.
Reaproveite os ramos retirados da rosa-do-deserto. Em nosso artigo sobre como fazer estaquia de rosas-do-deserto, que deixei o link mais acima, explicamos bem como utilizar estes ramos para dar vida à novas rosas-do-deserto. Estas, com o tempo, também irão florir.
Utilize sempre ferramentas de poda em bom estado, limpas (esterilizadas) e afiadas para cortar os ramos. Uma ferramenta com um corte fraco pode destruir as fibras encontradas nos galhos e ramos, atrofiando-os.
No caso da rosa-do-deserto, planta suculenta – e não é atoa que tem “obesus” no nome científico -, cicatriza rapidamente, dispensando o trabalho de limpar o local do corte.
adenium obesum
De início, deixe a planta num local sombreado ou meio sombreado por quatro dias, até que a planta possa iniciar a sua cicatrização. Após este período, deixe-a receber o sol durante a manhã por até três horas, mas evite os horários mais quentes do dia.
A outra maneira de se estimular a floração é através da adubação. Este método dá menos trabalho à quem cuida de sua rosa-do-deserto, mas exige alguns produtos que podem ser comprados em lojas para jardim. A adubação consistirá em dar para a planta os nutrientes necessários para a floração, não em abundância ou em escassez, mas na medida certa.
rosa-do-deserto
Os principais nutrientes para a floração, em ordem de importância, são: potássio, cálcio e fósforo. No entanto, deve-se evitar o nitrogênio em excesso.
Digo porque o potássio e fósforo podem ser encontrados nos adubos NPK comuns, enquanto o cálcio pode vir de pó de osso ou cascas de ovos moídas. No caso do NPK (Nitrogênio, Fósforo e Potássio), procure uma medida do tipo 5-8-8 ou 5-10-10.
Caso você seja um adepto ao natural e orgânico e costuma evitar o uso destes suplementos químicos comerciais, é possível dar o que a planta precisa utilizando materiais orgânicos como cascas de banana, farinha de osso e cascas de ovos, misturados num composto orgânico.

Samambaia Feto-de-Boston (Nephrolepis exaltata)


feto
Originário da América do Sul e pertencente à família Nephrolepidaceae, o feto-de-Boston é muito comum nos climas tropicais úmidos, podendo desenvolver-se livremente na natureza, em florestas úmidas e pantanosas, graças ao efeito do vento que favorece a dispersão dos minúsculos esporos.
Nestes ambientes quentes e úmidos, os fetos facilmente se desenvolvem nos troncos de algumas palmeiras. Existem variedades maravilhosas desta planta desenvolvendo-se em plena natureza.
Descrição:
O feto-de-Boston tem folhas frondosas e alongadas com 90 cm de comprimento e cerca de 15 cm de largura, que se apresentam a partir do solo em tufos chamados rizomas.
As folhinhas individuais que se distribuem simetricamente de cada lado, ao longo de um veio central, podem chegar a ter 7,5 cm de comprimento e são levemente dentadas nos bordos.
Na parte de baixo destas folhinhas existem duas filas paralelas de pintinhas junto aos bordos, onde se alojam os órgãos que contêm os esporos os quais mais tarde darão origem a novas plantas.
Existem muitas variedades de cultivares desta espécie. No feto-de-Boston ou simplesmente feto como é também conhecido, as folhas caem graciosamente para os lados e é também o tipo que melhor suporta todas condições de cultivo incluindo dentro de casa, onde se for bem tratado, vive todo o ano durante muitos anos.
samambaia-de-boston
Algumas espécies são nativas do Brasil, onde o feto é muito utilizado em jardins e na decoração de pátios e mesmo de salas, e são conhecidos por Samambaia, tendo em geral um porte maior e mais frondoso.
CultivoRequer sombra parcial, sem luz direta quando em exteriores e luz clara, filtrada, quando dentro de casa.
O feto-de-Boston gosta do solo úmido (mas não em excesso) e rico em matéria orgânica. Este é tolerante à seca, comportando-se melhor do que qualquer dos cultivares mais conhecidos desta espécie, e embora resista bem, apenas terá condições para se desenvolver de forma plena e viçosa, em condições de suficiente umidade do solo e do ar.
Quando cultivado em vasos e não no solo, convém colocar pedrisco entre o vaso e o prato onde o mesmo assenta, por forma a manter sempre alguma umidade, evitando porém, que o vaso entre em contato com a água para que as raízes não apodreçam.
Sempre que a umidade do ar for inferior a 80%, pulverize as folhas do feto mais do que uma vez ao dia e verá que a planta desenvolver-se-á com grande vigor e beleza.
O feto-de-Boston desaparece quando sujeito a muito frio e geada, mas reaparece na primavera a partir das raízes anteriores. Contudo, não suporta falta de água e pode secar completamente se não chover ou se a rega for esquecida.
Se notar que as folhas começam a cair é sinal de que a planta precisa de mais água, toque o solo com a ponta dos dedos e sempre que este estiver seco, regue. Caso os veios centrais das folhas fiquem nus e secos, corte-os entre duas unhas, para que o aspecto geral fique mais apresentável e também para dar mais corpo a toda a planta, que sem isso ficará com um aspecto um tanto ou quanto ”desgrenhado”
Propaga-se por divisão das raízes, ou ainda, embora mais dificilmente, por meio dos esporos, e neste caso, nas variedades cultivares o resultado não dará plantas iguais à planta mãe.
samambaia-de-boston
UsosEm exteriores os fetos podem ser utilizados como cobertura ou revestimento de canteiros, por baixo de árvores frondosas ou de arbustos que providenciem sombra, em geral em locais onde a pouca luminosidade não favorece as plantas mais baixas.
Em condições favoráveis, desenvolvem-se através de raízes que se espalham subterrâneamente e despontam aqui e ali, sem exigir grandes cuidados. Dentro de casa, tanto a espécie como os inúmeros cultivares que existem podem ser plantados em recipientes adequados para ser pendurados ou colocados em cima de um pedestal, pois as folhas que caiem à volta do vaso proporcionam um efeito decorativo fresco e muito atrativo.
Por essa razão, dão-se também muito bem em casas de banho ou nas cozinhas desde haja umidade no ambiente. Em última análise, um borrifador à mão pode, como referimos antes, fazer milagres.
Características:
O feto-de-Boston é sem dúvida uma planta muito resistente e própria para jardineiros principiantes que queiram desenvolver as suas aptidões sem que no entanto possuam grandes conhecimentos. Tem a vantagem de poderem ser plantados dentro ou fora de  casa, já que a vida urbana não nos permite muitas vezes ter uma varanda, para já não falar de um jardim.
Proporcionam um efeito espetacular no parapeito de uma janela onde haja luminosidade, e isto tanto para o exterior como para o interior da sala onde estiverem colocados.
Também se adaptam bem no topo de uma escadaria, ou num balcão, são plantas muito vistosas quando se desenvolvem bem. No meio de um arranjo com outras plantas (prímulas, calêndulas, cíclames ou jacintos) ficam muito atrativas.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Castanheiro-da-Índia – (Aesculus hippocastanum),


aesculus_hippocastanum
O castanheiro da índia é uma árvore robusta, frondosa, que pode atingir os 40 m de altura.
de flores brancas, hermafroditas, zigomorfas (com pétalas simétricas), dispostas em grandes paniculas terminais, eretas, cônicas e de pedúnculos curtos.
flores de aesculus
Os frutos são cobertos de pêlos mais ou menos espinhosos, com uma só semente arredondada, ou com 2 ou 3 achatadas, e tais sementes são semelhantes às vulgares castanhas, daí serem conhecidas por “Castanhas-da-Índia”, ou, popularmente, em certas regiões, por “Castanhas-de-burro”.
É uma árvore cultivada como ornamental e floresce na primavera. A madeira do castanheiro é utilizada no fabrico de caixas, utensílios de cozinha, bengalas, etc.
Existem mais de 25 espécies na família das hipocastanáceas (Aesculus), a maioria na América do Norte, ocorrendo algumas no Sul da Europa, no Himalaia, na China e no Japão. Propagam-se facilmente, por isso existem também inúmeros híbridos espontâneos.
O Castanheiro-da-Índia prefere os solos ricos e úmidos. A madeira, macia e leve, deteriora-se facilmente. Assim, não é recomendada para estruturas exteriores, sendo utilizada no fabrico de mobiliário interior, instrumentos musicais, em tornearia, embutidos e na fabricação de caixas. É também excelente para utensílios de cozinha, visto não ter gosto nem cheiro.
Além do Aesculus hippocastanum, de flores brancas, existe o híbrido Aesculus x carnea, de flores cor-de-rosa.

Chrysopogon zizanioides , comumente conhecido como vetiver e khus , é um capim pereneda família Poaceae

  Chrysopogon zizanioides  , comumente conhecido como  vetiver  e  khus , é um  capim  perene da  família  Poaceae Chrysopogon zizanio...