sexta-feira, 29 de junho de 2018

Cornus Controversa Variegata


Cornus Controversa
Origens: Japão, China.
Dimensões adultas: altura até 8 m, largura até 4 m.
Folhagem: caduca.
Tipo de Solo: todos mas não aceita solos com demasiado calcário.
Clima: rústico.
Luminosidade:: meia-sombra a sol.
Características e utilizações:
O Cornus Controversa Variegata (Cornus controversa Variegata) possui uma bela folhagem verde matizada de branco creme que toma uma tonalidade vermelha no outono.
O porte espalhado dos seus ramos dão-lhe um aspecto muito escultural característico.
O Cornus Controversa Variegata floresce de maio a junho. As suas flores brancas, agrupadas em pequenos cachos planos, recobrem o corniso completamente. É um evento inesquecível!
Elas dão lugar a pequenas bagas pretas brilhantes para o prazer dos pássaros.
O Cornus Controversa Variegata pode realmente tornar-se um elemento importante do seu jardim que seja plantado em isolado ou em maciço.
Lista dos Cornus:- Cornus alba, pequenas flores brancas creme em maio junho, ramos vermelhos vivo no inverno.
- Corniso (Cornus sanguinea), floração esbranquiçada em maio junho, ramos vermillons no inverno.
- Cornus florida, linda floração em estrela ao início da primavera. As flores de cor verde são rodeadas de quatro brácteas muito decorativas parecidas com pétalas. Folhagem vermelha no outono.
- Cornus kousa, pequenas flores brancas em maio junho, folhagem vermelha no outono.
- Cornus mas, floração precoce amarelo vivo em fevereiro março, muito melifera, frutos cosmestíveis no verão.
- Cornus officinalis, floração amarela, perfumada e muito abundante desde de fevereiro, frutos comestíveis.

Liquidambar formosana


Liquidambar formosana
Árvore de grande porte, chegando até 18 metros de altura ( H.Lorenzi informa 35 m) originário das montanhas do sul e do centro da China (grupo do Monte Montículo), na Formosa, no Taiwan e na Indochina .
Ela comporta muito bem temperaturas baixíssimas, sua brotação nova tem como característica a coloração avermelhada suas folhas decorativas com três lóbulos, similar ao Acer e ao Plantano, tornandose amarelas antes de cair no outono. A variedade
Liquidambar ‘formosana’ possui uma coloração mais escura e suas folhas permanecem por muitomais tempo. Assim que ela perde suas folhas, em questão de dias elas tornam a brotar novamente.
O cheiro da resina (estoraque) é muito intenso e deixa o ambiente com uma “fragrância florestal”, esta resina é bastante utiliza pelas perfumarias.

Cagaiteira

A cagaiteira, é uma árvore frutífera natural do Cerrado, pertencente à família Myrtaceae.
Sndo freqüente em áreas com temperaturas médias anuais variando entre 21°C e 25°C e altitudes de 380 a 1.100 m.
Sua distribuição é bastante ampla, sendo mais comum nos estados de Goiás, Minas Gerais e Bahia, em cerrados e cerradões. Aparece com alta freqüência em algumas regiões, formando consideráveis grupamentos.
Constitui-se em uma árvore de porte médio, possuindo de 4 a 10 m de altura, tronco tortuoso e cilíndrico, com 20 a 40 cm de diâmetro e uma casca suberosa e fendada bem característica
Sua copa é alongada e densa, com ramos quadrangulares e glabros, exceto os botões, pedicelos, folhas e ramos jovens que são pubérulos. É uma planta decídua, heliófita e seletiva xerófila. Apresenta folhas membranáceas, opostas, ovadooblongas, simples, curto-pecioladas a subssésseis, glabras, aromáticas e caducas na floração.
As flores, sempre axilares, solitárias ou organizadas em arranjos de três, são hermafroditas e completas, com 1,5 a 2 cm de diâmetro, dotadas de pétalas de coloração branca.
flores da cagaita
No Cerrado, o florescimento da cagaiteira dá-se de agosto a setembro, geralmente sincronizado com o início das primeiras chuvas ou até mesmo antes delas, não durando mais que uma semana. Juntamente com o florescimento surge um fluxo de novas brotações ricas em pigmentação vermelha. No espaço de um mês ocorre o florescimento, produção de nova folhagem e frutificação. As abelhas constituem-se em seus polinizadores preferenciais.
O fruto da cagaiteira é uma baga globosa-achatada, amarelo-pálida, de 2 a 3 cm de diâmetro, contendo de 1 a 3 sementes brancas, envoltas em uma polpa levemente ácida. Apresenta um cálice seco aderido ao fruto, casca brilhante membranácea, mesocarpo e endocarpo suculentos
Suas sementes, de coloração creme e formato oval, achatado ou elipsóide, medem de 0,8 a 2,0 cm de diâmetro. Apresentam superfície lisa e tegumento coriáceo, constituindo-se quase que totalmente pelos dois cotilédones. Apresenta germinação hipógea, com vigoroso desenvolvimento inicial do sistema radicular (Figura 3). Um quilo de sementes contém cerca de 700 a 1600 unidades.
A dispersão das sementes ocorre no início da estação chuvosa, uma estratégia aparentemente ligada ao estabelecimento da espécie. Há evidências de que essa dispersão seja zoocórica, já que a cagaiteira apresenta elevada produção de frutos, podendo oferecer recompensa energética para prováveis dispersores.
Possui um grande potencial produtivo e pouca alternância de produção, podendo-se encontrar muitas árvores com mais de 1.500 frutos na mesma safra. O peso destes varia de 2,0 g a mais de 30 g, com maior concentração entre 6,0 e 14 g, e seu diâmetro, de 2,0 cm a 3,0 cm.
UtilizaçãoA cagaiteira é considerada uma espécie de interesse econômico, principalmente por causa do aproveitamento de seus frutos na culinária. Além do consumo in natura, são inúmeras as receitas de doces e bebidas que levam o sabor de sua polpa. Esse aproveitamento é bastante difundido entre os habitantes do Cerrado, podendo ser encontrados, inúmeros pratos típicos da região confeccionados com essa fruta, com destaque para os doces, geléias, licores, refrescos, sorvetes e sucos.
Seus frutos, porém, quando consumidos em excesso ou quentes, podem causar diarréia e embriaguez. Ainda imaturos podem ser utilizados como forragem para o gado. De sua polpa também são obtidos vinagre e álcool.
A madeira do caule da cagaiteira é pesada, com densidade de 0,82 g cm-2, dura e de textura fina, mas de baixa qualidade, podendo ser usada como mourão, lenha e carvão.
A casca, além de servir à indústria de curtume, é utilizada na medicina popular como antidiarréica. Apresenta considerável quantidade de súber, com uma espessura de 1,0 a 2,0 cm, sendo empregada também na indústria de cortiça.
Suas folhas consituem-se em um excelente pasto arbóreo, convenientemente aproveitado em algumas regiões. Apresentam ainda propriedades medicinais, sendo utilizadas na medicina popular como antidiarréicas, para problemas do coração e também no tratamento de diabetes e icterícia verificaram alta atividade antifúngica no óleo hidrolisado de folhas de cagaiteira no controle de Cryptococcus neoformans
Pelo fato de apresentar florescimento exuberante, concentrado e, quase sem folhas, a cagaiteira se mostra também, como uma árvore de elevado potencial paisagístico.

Árvore Mastro – (Polyalthia longifolia var. pendula)


Polyalthia_longifolia
Fantástica árvore de crescimento colunar e ramos pendentes com porte entre 10 e 15 m. de altura.
Na Índia, seu país de origem, é bastante usada em paisagismo, plantada principalmente em renques ou grupos ornamentando parques, jardins e alamedas em templos religiosos.
Luz: Pleno sol
Solos: Ricos em matéria orgânica e bem drenados. Em locais de estiagem prolongada deve ser feita irrigação periódica.
Origem: Índia

Phoenix Reclinata


Phoenix reclinata
Essa palmeira elegante, originária da África, onde é protegida na região Sul, com sua característica delgada, inclinando suas hastes é uma característica de matas ciliares e da floresta na parte leste do país. É quase sempre associada à água, quer em rios ou em pântanos.
Phoenix reclinata pode atingir até 12 m, mas é mais freqüentemente entre 3 e 6 m. Pode ser simples ou multi-haste, às vezes formando uma touceira densa, arbustiva. As folhas são arqueadas, folhas verdes e brilhantes formando coroas. As frondes velhas permanecem na árvore e se tornam saias, ficando em linha reta abaixo da coroa. As flores aparecem durante Agosto, Setembro e Outubro.
Plantas masculinas e femininas são separadas. As inflorescências formam atraentes cachos amarelos. Flores masculinas produzem massas de pólen que são liberadas nas nuvens. Os frutos de cor laranja-marrom aparecem em fevereiro, março e abril. Eles são de forma oval. É uma árvore protegida no sul da África.
A phoenix reclinata cresce naturalmente selvagem do Cabo Oriental estendendo-se até ao Norte como o Egito. Os seus habitats naturais são: rios e pântanos, embora ocasionalmente é encontrada em pastagens, se o lençol freático é alto o suficiente. As raízes são geralmente em água, por isso, seria tolerante com condições de alagamento em cultivo. Ela também suportará geada leve, mas, muito provavelmente, afetará sua forma final.
Essa palmeira pode ser usada como uma árvore de espécime em um amplo jardim com gramados extensos. É muito usada também em projetos paisagísticos. Também pode fazer parte de uma plantação que atraia a fauna para o jardim quando frutificarem.
Em pequenos jardins é preciso garantir que a planta tenha espaço suficiente para se espalhar. Quando jovem poderia ser usada como uma planta de vaso. Em áreas mais frias, as plantas jovens precisam de proteção de geada para as primeiras temporadas.
Para a propagação por sementes, frutos maduros devem ser selecionados e toda a pasta removida. Semeando em uma mistura de areia de rio e de compostagem. As sementes podem ser pressionadas suavemente para ficarem média ou levemente cobertas.
Não permita que o solo fique seco. A germinação deve começar depois de cerca de um mês. O transplante pode ser realizado quando a primeira folha é de 50 mm de comprimento. As plantas crescem muito lentamente e vão precisar de fertilizante de liberação lenta durante o crescimento. De propagação vegetativa, os brotos de uma planta adulta também podem ser removidos e plantados.

Chrysopogon zizanioides , comumente conhecido como vetiver e khus , é um capim pereneda família Poaceae

  Chrysopogon zizanioides  , comumente conhecido como  vetiver  e  khus , é um  capim  perene da  família  Poaceae Chrysopogon zizanio...