terça-feira, 22 de outubro de 2019

Zizania

Zizania


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Como ler uma infocaixa de taxonomiaZizania
Arroz selvagem
Arroz selvagem
Classificação científica
Reino:Plantae
Divisão:Magnoliophyta
Classe:Liliopsida
Ordem:Poales
Família:Poaceae
Género:Zizania
Espécies
Zizania aquatica
Zizania latifolia
Zizania palustris
Zizania texana
Wikispecies
Wikispecies tem informações sobre: Zizania
Zizania é um género botânico pertencente à família Poaceae.

Classificação do gênero[editar | editar código-fonte]

SistemaClassificaçãoReferência
LinnéClasse Monoecia, ordem HexandriaSpecies plantarum (1753)
Na classificação taxonômica de Jussieu (1789), Zizania é o nome de um gênero botânico, ordem Gramineaeclasse Monocotyledones com estames hipogínicos (quando os estames se inserem no receptáculo da flor abaixo do nível do ovário).
O gênero Zizania é composto de quatro espécies, chamadas popularmente de arroz selvagem, pertencentes ao grupo das gramíneas, que vicejam em águas rasas de lagos e brejos. Freqüentemente, apenas a espiga aparece fora d'agua. O arroz verdadeiro (gênero Oryza), também é uma gramínea e as duas espécies são aparentadas, dividindo a tribo Oryzeae.
Três espécies são nativas da América do Norte e uma da Ásia:
  • Arroz selvagem (Zizania aquatica), planta anual nativa do Rio São Lourenço, costa do Atlântico e costa do Golfo;
  • Arroz selvagem do norte (Z.palustris), também anual, viceja nos Grandes Lagos;
  • Arroz selvagem do Texas (Z.texana) é uma planta perene, encontrada somente em uma pequena área ao longo do Rio São Marcos, no estado do Texas, em perigo de extinção por danos ao habitat e poluição;
  • Arroz selvagem da Manchúria (Z.latifolia, também chamado incorretamente de Z.caduciflora), planta perene, da China, onde praticamente desapareceu das áreas nativas da Manchúria, sobrevivendo em cultivos comerciais. Foi também acidentalmente introduzido na Nova Zelândia, onde é considerada espécie invasora.

Uso como alimento[editar | editar código-fonte]

As sementes das duas espécies anuais são as mais comumente cultivadas. Os índios da América do Norte as colhiam remando suas canoas entre as touceiras de plantas, recolhendo os cachos com bastões de madeira. Tinham o cuidado de limitar o tamanho dos bastões para que algumas sementes caíssem, garantindo assim as colheitas futuras. Muitas tribos consideravam o manoomin, como chamavam, um "arroz selvagem" e componente sagrado de sua cultura. Era colhido manualmente por duas pessoas em uma canoa, como um ritual.
Na China, no entanto, onde foi importante alimento antigamente, perdeu importância com o aumento da população e seu habitat foi convertido para cultivo do arroz comum. O uso do grão praticamente desapareceu, embora continue a ser cultivado como verdura, consomem-se as hastes e a espiga moscada por fungos, sendo um vegetal popular na Ásia com o nome de gaosuncobamakomo ou bambú d'água.
O arroz selvagem é rico em proteínas, no aminoácido lisina e fibras, com baixo teor de gordura. Do mesmo modo que o arroz verdadeiro, não contem glutens. É ainda boa fonte de fósforo e potássio, e das vitaminas tiaminariboflavina e niacina. Por causa de seu valor nutricional, seu consumo cresceu no século 20, sendo produzido no Canadá, na Califórnia e em Minesota, em cultivos irrigados ou naturais.

milhete, milho-miúdo, milho-alvo ou painço

milhetemilho-miúdomilho-alvo ou painço


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Campo de Milhete.
Dedos de Milhete.
Milhete.
milhetemilho-miúdomilho-alvo ou painço[1] são denominações dadas a várias espécies cerealíferas produzidas um pouco por todo o mundo para alimentação humana e animal. Estas espécies não formam um grupo taxonómico mas antes um grupo agronómico, baseado em características e usos similares. Incluem-se nesta designação espécies de vários géneros, sobretudo da subfamília Panicoideae, da família Poaceae.[2]
Na África, o painço, assim como o sorgo, continuam a ser alimentos importantes, especialmente nas áreas mais áridas. Em Angola, o painço de grão miúdo é conhecido por massango e, em Moçambique, por mexoeira.
No Brasil, o nome painço é dado à espécie Panicum miliaceum,[3] e milheto, a Pennisetum glaucum.[4]
Este tipo de cereal é muito apreciado pela maioria das aves granívoras, especialmente as da família Psittacidae, como o Agapornis e o periquito australiano, além de várias outras espécies de periquitos e do popular canário, cuja dieta compreende também grande quantidade de alpiste. É usado na rotação de culturas no Sistema de Plantio Direto.

Cevada

Cevada


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Como ler uma infocaixa de taxonomiaCevada
Campo de cevada
Campo de cevada
Classificação científica
Reino:Plantae
Divisão:Magnoliophyta
Classe:Liliopsida
Ordem:Poales
Família:Poaceae
Género:Hordeum
Espécie:H. vulgare
cevada (Hordeum vulgare) é uma gramínea cerealífera e representa a quinta maior colheita e uma das principais fontes de alimento para pessoas e animais. A área cultivada no mundo chega a 530 000 km². O seu período de germinação é de um a três dias. Suas flores são dispostas em espigas, na extremidade do colmo, e os aquéniosamarelados e ovoides.
É uma cultura tipicamente de inverno que não tolera o alagamento, sendo resistente a seca quando comparada ao trigo, mas exigente em relação à fertilidade do solo.
A cevada fornece uma farinha alimentícia e o produto resultante da germinação artificial dos grãos (malte) é utilizado na fabricação da cerveja e de outros produtos. Os grãos torrados e moídos são usados na fabricação de uma bebida sem cafeína de aspecto semelhante ao do café. A cevada é ainda empregada em alimentação animal como forragem verde e na fabricação de ração.[1]
No Brasil, a malteação é o principal uso econômico da cevada, já que o país produz apenas 30% da demanda da indústria cervejeira

Origem[editar | editar código-fonte]

O cultivo da cevada iniciou-se entre 6000 a.C. e 7000 a.C., na área atualmente ocupada no Oriente Médio, sendo nessa época o principal cereal utilizado na alimentação humana, mais tarde substituída pelo trigo.[2]
Tablete com a contabilidade das rações de cevada distribuídas a adultos e crianças pelo rei Urukagina (aprox. 2350 a.C.).
A primeira evidência arqueológica é do Epipaleolítico, em Ohalo, perto do Mar da Galileia. Os resquícios encontrados foram datados de aproximadamente 8500 a.C.[3] O primeiro indício de cevada domesticada ocorrem em sítios neolíticos Acerâmicos, como no Tell Abu Hureyra, na Síria.[4] A cevada é cultivada na Coreia desde o período da Cerâmica Mumun (c. 1500-850 a.C.)[5]
Cerveja de cevada foi provavelmente a primeira bebida desenvolvida por humanos no Neolítico.[6] A cevada foi mais tarde utilizada como moeda.[6] No Egito foi utilizada tanto como ingrediente do pão como da cerveja.
Na Europa Medieval, pão feito de cevada era considerado comida de gente humilde, enquanto produtos feitos de trigo eram consumidos pelas classes mais altas.[7] A batata substituiu massivamente a cevada, na Europa Oriental no século 19 como alimento.[8]

Cevada cervejeira[editar | editar código-fonte]

É a cevada destinada a produção de cerveja. O grão de cevada destinado à indústria cervejeira precisa apresentar uma série de características, entre as quais, germinação mínima de 95%, percentagem de grãos classe 1 acima de 85% e teor de proteína não excedendo 12%.[9]
O malte é produzido a partir da modificação do endosperma do grão, através da germinação sob condições de ambiente controladas que ativa as enzimas, desencadeando modificações químicas dos principais componentes do grão (amido, proteínas, etc.), deixando o produto pronto para a fabricação de cervejas.[9]

Principais produtores de cevada[editar | editar código-fonte]

Cevada.
Dez maiores produtores de cevada — 2009
(milhões de toneladas)
 Rússia17.9
 França12.9
 Alemanha12.3
 Ucrânia11.8
 Canadá9.5
 Austrália8.1
 Turquia7.3
 Reino Unido6.8
 Estados Unidos4.9
 Polónia4.0
Total Mundial152
Fonte:
ONU FAO
[10]

Cevada no Brasil[editar | editar código-fonte]

O Brasil produz cevada em escala comercial desde 1930.[11] Dentre os vários tipos de cevada explorados, a cevada cervejeira é a única produzida comercialmente no Brasil.[9]
A produção brasileira de cevada está concentrada na Região Sul, com cultivo também nos estados de Goiás, de Minas Gerais e de São Paulo, sendo cultivada em mais de 140 mil hectares, e a produção é de aproximadamente 380 mil toneladas. Há três maltarias em atividade, instaladas no Rio Grande do SulParaná e São Paulo.[1] O resto da cevada é importada de países como Argentina e Uruguai.[12] A maioria da cevada cervejeira feita por micro cervejarias é importada de países com tradições como AlemanhaBélgicaInglaterraRepública Tcheca e Estados Unidos da América.
O ciclo total da cultura até a colheita no Brasil é de aproximadamente 110 dias.[11]

Cevada em Portugal[editar | editar código-fonte]

A produção de cevada para malte em Portugal tem uma longa tradição, alternando períodos de quase autossuficiência com épocas de ausência de plantio desta espécie.[13] O plantio é realizado em Novembro e meados de Janeiro, dependendo da região.[13]

Variedades[editar | editar código-fonte]

  • Scarlett – Origem alemã, com características de rusticidade, adequada a situações de sequeiro. Em regadio deve ter-se especial cuidado com a densidade de sementeira, pois o excesso de biomassa estrutural aumenta o risco de acama.[13]
  • Prestige - Variedade referência em termos de qualidade tecnológica, porém a elevada susceptibilidade às principais doenças tornam a sua produção pouco competitiva quando comparada com outras variedades, pois é necessário realizar tratamentos com fungicidas.[13]
  • Pewter – Variedade com resistência à doenças, isto aliado a uma estatura da planta mais baixa que Scarlett, tornam esta variedade particularmente adequada para situações de regadio.[13]
  • Braemar – Pertencente ao grupo de novas variedades com elevado peso do grão, por isso, evidenciando, bom rendimento à calibragem mesmo em condições de sequeiro. Variedade de palha relativamente alta, susceptível à acama.[13]
  • BRS 180, desenvolvida pela Embrapa, uma cevada de seis fileiras, adaptada às condições do cerrado brasileiro, cuja peculiaridade é ser resistente ao excesso de nitrogênio ( que aumenta o índice de proteína do cereal e o torna inadequado para a indústria malteira).[14]

Pragas[editar | editar código-fonte]

A cevada pode ser atacada por um grande número de doenças, destacando-se as seguintes:[13]
  • Oídio, causado pelo fungo Erysiphe Blumeria graminis;
  • Rincosporiose, causada pelo fungo Rhynchosporium secalis;
  • Helmintosporiose, causada pelo fungo Pyrenophora teres;
  • Pé negro, causado pelo fungo Gaeumamomyces graminis;
  • BYDV, vírus do ananicamento amarelo da cevada.

Contraindicações[editar | editar código-fonte]

A cevada, assim como o trigo, o malte, a aveia e o centeio, possui o glúten em sua composição, desta forma, não deve ser consumido por portadores da doença celíaca, já que a mesma traz como consequência ao organismo (caso consumido estes alimentos), uma atrofiação nas mucosas do intestino delgado, prejudicando o organismo e a absorção de diversos nutrientes. Também não deve ser consumida por quem tenha alergia.

Centeio

Centeio


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Como ler uma infocaixa de taxonomiaSecale cereale
Rogge aar Secale cereale (4×3).jpg
Classificação científica
Reino:Plantae
Clado:angiospérmas
Clado:monocotiledóneas
Ordem:Poales
Família:Poaceae
Género:Secale
Espécie:S. cereale
Nome binomial
Secale cereale
L.
Secale cereale - MHNT
centeio [1] (Secale cereale) é uma espécie de planta com flor pertencente à família Poaceae. A autoridade científica da espécie é de Lineu, tendo sido publicada em Species Plantarum 1: 84. 1753.[2]
É uma gramínea cultivada em grande escala para colheita de grãos e forragem. Tem parentesco com o trigo e a cevada.
O grão de centeio é utilizado para fazer farinha, ração, cerveja, alguns tipos de whisky e grande parte das vodcas, além de ser muito utilizado na produção de pão de centeio. O centeio é plantado, sozinho ou misturado, para forragem do gado ou para ser colhido como feno. É muito tolerante com a acidez do terreno e mais ambientado a condições de seca e frio do que o trigo, embora não seja tão tolerante com o frio quanto a cevada.

História[editar | editar código-fonte]

O centeio cultivado é encontrado em pequenas quantidades em uma série de sítios arqueológicos neolíticos da Turquia, como no sítio Can Hasan III, mas de resto é praticamente ausente de registros arqueológicos até a Idade do Bronze da Europa Central, c. 1800-1500 a.C. Algumas fontes apontam os indícios mais antigos do uso doméstico do centeio como sendo encontrados no sítio de Tel Abu Hureyra, no norte da Síria, no vale do Eufrates, datado do fim do Epipaleolítico. Foi inicialmente produzido entre c. 1800-1500 a.C.[3]
Outras fontes apontam que foi cultivado pela primeira vez na Alemanha, e somente a partir do ano de 400 a.C., tendo sido uma das culturas de cereais mais recentemente domesticadas.[4]
Acredita-se que o centeio seja originário de uma espécie selvagem que crescia como erva daninha em campos de trigo e cevada.[4]
Em muitos países, o centeio, assim como a cevada, era considerado como um alimento para os pobres, e à medida que o nível de vida aumentou em diversas civilizações, o consumo de centeio diminuiu.[4] Por outro lado, em algumas culturas como as da Escandinávia e países do Leste Europeu, o centeio continua a ser importante.[4]

Centeio no Brasil[editar | editar código-fonte]

O centeio foi introduzido no Brasil por imigrantes alemães e polacos no século XIX e, até hoje, o cultivo é realizado em grande parte por descendentes de europeus.[5]
O centeio é uma opção de cultivo de Inverno no Brasil, destacando-se, em relação aos outros cereais de estação fria, pela rusticidade e capacidade de adaptação em condições de ambiente menos favoráveis.[5] O seu cultivo ainda está aquém das potencialidades, as estatísticas oficiais dão conta que ocupa anualmente ao redor de quatro mil hectares.[5] A área ocupada diminuiu nas últimas cinco décadas, provavelmente em razão do subsídio estendido à cultura de trigo, da extinção de moinhos coloniais de centeio, da reduzida pesquisa e da incidência de doenças.[5]

Produção mundial[editar | editar código-fonte]

Produção de centeio em 2005
O centeio é uma das espécies selvagens que crescem no centro e no leste da Turquia, e áreas adjacentes. Entretanto, a maior parte do centeio a nível mundial vem da RússiaPolóniaChinaCanadá e Dinamarca.[4] É o oitavo cereal mais produzido no mundo.[5]
Produção em toneladas. Números de 2004-2005[6]
 Rússia2 871 870,0016 %3 630 000,0023 %
 Polônia4 280 716,0024 %3 359 452,0022 %
 Alemanha3 830 000,0022 %2 794 000,0018 %
 Ucrânia1 592 500,009 %1 184 000,008 %
 Bielorrússia1 397 000,008 %1 155 000,007 %
 China600 000,003 %748 000,005 %
 Canadá417 900,002 %366 900,002 %
 Turquia270 000,002 %260 000,002 %
 República Tcheca313 348,002 %196 755,001 %
 Estados Unidos209 690,001 %191 450,001 %
Outros países1 869 446,0011 %1 624 021,0010 %
Total17 652 470,00100 %15 509 578,00100 %
Produção em toneladas de forragem e silagem. Dados de 2004-2005[7]
 França21 522 700,0085 %21 600 000,0085 %
 Dinamarca1 800 000,007 %1 850 000,007 %
 Espanha1 200 000,005 %1 000 000,004 %
 México600 000,002 %600 000,002 %
 Noruega297 000,001 %297 000,001 %
Total25 419 700,00100 %25 347 000,00100 %

Doenças[editar | editar código-fonte]

A principal doença conhecida é o esporão-do-centeio ou cravagem do centeio, causada por um fungo do género Claviceps, que possui cerca de 50 espécies, cuja espécie principal é o Claviceps purpurea (Fries) Tulasne. O fungo se desenvolve no ovário do centeio, produzindo estruturas arqueadas que são denominadas cravagem do centeio.[8] Há registros da ocorrência dessa doença na planta desde 600 a.C..[8]
Deste fungo se extraem também vários alcaloides e substâncias de uso medicinal, como a ergotamina, utilizada no tratamento de enxaqueca. Com efeito alucinógeno, é também a precursora da droga LSD. A contaminação com esporão-do-centeio é apontada como uma possível causa para as reações descritas por meninas de Salem em 1696, que foram consideradas enfeitiçadas por bruxas, o que levou à condenação e morte de 76 pessoas, no episódio que ficou conhecido como Bruxas de Salem.[9] A contaminação com o esporão pode se manifestar na forma de ergotismo gangrenoso, que causa queimação na pele, bolhas e apodrecimento das extremidades do corpo, e geralmente causa a morte da vítima. Também pode se manifestar na forma de ergotismo convulsivo, que ataca o sistema nervoso central, causando loucura, psicose, alucinações, paralisia e sensações de formigamento.[9] Os sintomas relatados pelas duas primeiras meninas afetadas correspondem aos sintomas que hoje se atribuem ao ergotismo convulsivo. A teoria considera ainda que a ocorrência de um verão úmido naquele ano pode ter favorecido a proliferação do fungo, e que as duas garotas eram primas e viviam na mesma casa, e parte do salário de sua família era pago em grãos, o que reforçaria a tese de envenenamento. No entanto, esta teoria foi contestada desde seu lançamento.[9]

Contraindicações[editar | editar código-fonte]

O centeio, assim como o trigo, a cevada, e o malte, possui o glúten em sua composição, desta forma, não deve ser consumido por portadores da doença celíaca, já que a mesma traz como consequência ao organismo (caso consumido estes alimentos), uma atrofiação nas mucosas do intestino delgado, prejudicando o organismo e a absorção de diversos nutrientes.

Protecção[editar | editar código-fonte]

Não se encontra protegida por legislação portuguesa ou da Comunidade Europeia.

Galeria[editar | editar código-fonte]

Chrysopogon zizanioides , comumente conhecido como vetiver e khus , é um capim pereneda família Poaceae

  Chrysopogon zizanioides  , comumente conhecido como  vetiver  e  khus , é um  capim  perene da  família  Poaceae Chrysopogon zizanio...